Neste sábado, será exibido na Casa França Brasil o clássico da pornochanchada A banana mecânica. Feita há mais de 30 anos, a fita traz Carlos Imperial como protagonista. A direção é de Braz Chediak, que ficou famoso também com produções baseadas na obra de Nelson Rodrigues: Navalha na carne, Bonitinha mas ordinária, Perdoa-me por me traíres, entre outros. Atualmente, Braz vive em sua cidade natal, Três Corações, em Minas. Seu retorno ao cinema pode ser no documentário sobre Chacrinha, produzido por Jarbas Barbosa. O contrato já foi assinado, só falta agora captar.
Já Carlos Imperial morreu em 92, quando já tinha meio que saído do ramo (sua última aparição no cinema foi em 85, em Sábado quente, segmento de Os bons tempos voltaram: vamos gozar outra vez).
A banana mecânica passa no sábado às 17h30, sem previsão de reprise.
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Quem estiver indo para São Paulo no final de agosto (mais precisamente a partir do dia 21) não pode deixar de comparecer ao CineSesc e conferir a pequena mostra com alguns filmes de Rogério Sganzerla (O bandido da luz vermelha, A mulher de todos, Nem tudo é verdade, etcs.). Conforme já foi divulgado por aqui, Sganzerla também será homenageado no Festival de Turim, onde será exibido também seu filme derradeiro, O signo do caos.
Rio de Janeiro, 28 de Setembro de 2026
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