Os pecuaristas do Estado de São Paulo têm até esta segunda-feira para entrar em contato com a unidade de defesa agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento mais próxima e comprovar que o gado foi vacinado contra a febre aftosa. O pecuarista deve apresentar as notas fiscais da compra da vacina e a relação do gado vacinado, por faixa etária e sexo, além de mencionar se existem outras espécies em sua propriedade, como ovinos, caprinos, equinos, muares e suínos, se houver.
De acordo com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, na etapa de novembro, diferentemente do ocorrido em maio, quando a vacinação foi obrigatória somente para o gado até 24 meses, o pecuarista teve de vacinar todo o rebanho existente na sua propriedade. Segundo a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), responsável pela sanidade no Estado, esse procedimento é de fundamental para o controle do rebanho paulista.
A CDA adotou para esta etapa da campanha um novo modelo de declaração que está disponível no site. Nele, é possível preencher com os dados solicitados, imprimir, assinar e entregá-lo na unidade da defesa.
Ainda segundo a secretaria, a vacinação contra febre aftosa ocorre anualmente em duas etapas, nos meses de maio e novembro. Em 2009, São Paulo completa o 13º ano sem registro da doença. Caso o pecuarista não comprove que vacinou o gado, está sujeito a multas que são de três Ufesps (unidades fiscais de São Paulo), a R$ 15,85 cada uma, ou seja, R$ 47,55 por cabeça pela não-comunicação no prazo, e de 5 ufesps, total de R$ 79,25 por cabeça, pela não-vacinação. Depois disso a coordenadoria acompanha, junto ao criador, a imunização de 100% do gado.
São Paulo possui um rebanho da ordem de 12 milhões de cabeças.
Termina prazo para pecuarista comprovar que gado foi vacinado
Segunda, 07 de Dezembro de 2009 às 11:40, por: CdB