A Prefeitura de Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, começou a retirar casas de áreas de risco nesta quinta-feira. As casas estão em áreas de risco afetadas pelo temporal de 12 de janeiro. Serão removidos 18 imóveis situados ao lado da Ponte do Imbuí, acesso aos bairros Cascata do Imbuí, Posse e a localidade Campo Grande, uma das áreas mais atingidas do município.
As residências, localizadas em locais de risco iminente a escorregamentos, foram identificadas em avaliação de técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil com apoio de especialistas do Departamento de Recursos Minerais (DRM) - Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro e da Empresa Estadual de Obras Públicas (EMOP).
Moradores da Posse e de Campo Grande, que tiveram as casas interditadas preventivamente pela Defesa Civil, começaram a ser visitados, nesta quarta-feira, por equipe social da Casa Civil do Governo do Estado, coordenada pela arquiteta Ruth Jurberg, e por profissionais da equipe de realocação da EMOP, comandada pela advogada Marina Morais.
– Um grande número de famílias deverá sair dos locais, que, por medida de segurança, serão reflorestados para evitar futuras ocupações. Mas imóveis só serão demolidos com a concordância dos proprietários –, afirma o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil, Flávio Castro.
Cada família terá três opções: receber indenização do governo estadual a partir da medição do imóvel feita pela EMOP; se inscrever no programa de aluguel social enquanto aguarda a construção do condomínio habitacional pelo poder público; ou se inscrever no programa de compra assistida, em que o morador receberá o valor correspondente à avaliação feita do seu imóvel e o dinheiro só poderá ser aplicado na compra de nova moradia.
Até o momento, 1.590 imóveis foram interditados nos três distritos de Teresópolis e as famílias cadastradas para receber o aluguel social. O próximo passo será a construção das habitações populares. A Prefeitura de Teresópolis já desapropriou uma área no bairro Ermitage, dependendo agora da liberação de recursos do Estado e da União para abrir o processo licitatório.
Teresópolis vai remover casas de área de risco
A Prefeitura de Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, começou a retirar casas de áreas de risco nesta quinta-feira. As casas estão em áreas de risco afetadas pelo temporal de 12 de janeiro. Serão removidos 18 imóveis situados ao lado da Ponte do Imbuí, acesso aos bairros Cascata do Imbuí, Posse e a localidade Campo Grande, uma das áreas mais atingidas do município.
Quinta, 10 de Fevereiro de 2011 às 10:20, por: CdB
A Prefeitura de Teresópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, começou a retirar casas de áreas de risco nesta quinta-feira. As casas estão em áreas de risco afetadas pelo temporal de 12 de janeiro. Serão removidos 18 imóveis situados ao lado da Ponte do Imbuí, acesso aos bairros Cascata do Imbuí, Posse e a localidade Campo Grande, uma das áreas mais atingidas do município.
As residências, localizadas em locais de risco iminente a escorregamentos, foram identificadas em avaliação de técnicos da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil com apoio de especialistas do Departamento de Recursos Minerais (DRM) - Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro e da Empresa Estadual de Obras Públicas (EMOP).
Moradores da Posse e de Campo Grande, que tiveram as casas interditadas preventivamente pela Defesa Civil, começaram a ser visitados, nesta quarta-feira, por equipe social da Casa Civil do Governo do Estado, coordenada pela arquiteta Ruth Jurberg, e por profissionais da equipe de realocação da EMOP, comandada pela advogada Marina Morais.
– Um grande número de famílias deverá sair dos locais, que, por medida de segurança, serão reflorestados para evitar futuras ocupações. Mas imóveis só serão demolidos com a concordância dos proprietários –, afirma o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil, Flávio Castro.
Cada família terá três opções: receber indenização do governo estadual a partir da medição do imóvel feita pela EMOP; se inscrever no programa de aluguel social enquanto aguarda a construção do condomínio habitacional pelo poder público; ou se inscrever no programa de compra assistida, em que o morador receberá o valor correspondente à avaliação feita do seu imóvel e o dinheiro só poderá ser aplicado na compra de nova moradia.
Até o momento, 1.590 imóveis foram interditados nos três distritos de Teresópolis e as famílias cadastradas para receber o aluguel social. O próximo passo será a construção das habitações populares. A Prefeitura de Teresópolis já desapropriou uma área no bairro Ermitage, dependendo agora da liberação de recursos do Estado e da União para abrir o processo licitatório.