Rio de Janeiro, 22 de Fevereiro de 2026

Telescópios gigantes procuram vida no espaço

Os astrônomos do Hat Creek, Califórnia, planejam ligar nesta quinta-feira os primeiros elementos de uma nova disposição de telescópios de rádio gigasntes, para investigar fenômenos naturais no universo. Os cientistas acreditam que, se houver vida no espaço, será possível receber e emitir sinais para se comunicar com outros planetas.(Leia Mais)

Quinta, 11 de Outubro de 2007 às 09:33, por: CdB

Os astrônomos do Hat Creek, Califórnia, planejam ligar nesta quinta-feira os primeiros elementos de uma nova disposição de telescópios de rádio gigasntes, para investigar fenômenos naturais no universo. Os cientistas acreditam que, se houver vida no espaço, será possível receber e emitir sinais para se comunicar com outros planetas.
São 350 antenas, cada uma delas com 20 pés no diâmetro, que lembram pratos gigantes. A disposição ajudará procurar fenômenos novos como os furos pretos que se desistegram e as galáxias escuras sem estrelas. Os telescópios vaão estender busca para sinais de rádio para mais de um milhão de estrelas mais próximas por cerca de 20 anos.
Hoje, 42 das antenas, que empregam a tecnologia barata das telecomunicações, entrarão na operação.
— É como cortar a fita no Nina, o Pinta e a Santa Maria — disse Seth Shostak, um astrónomo no Instituto de Seti, no Mountain View, Califórnia, comparando a estrutura à aventura protagonizada por Cristóvão Colombo quando partiu da Espanha e descobriu as Américas em 1492. Segundo ele, este é o primeiro telescópio do rádio projetado especificamente para este fim.
O telescópio, nomeado para Paul G. Allen, que forneceu US$ 25 milhões ao progrma, é um projeto em parceria do laboratório de rádio da astronomia da Universidade de Califórnia, de Berkeley, e do Instituto de Seti.

A busca por inteligência extraterrestre  viveu da bondade de estranhos desde que o Congresso cancelou a NASA- patrocinadora da busa usando rádios telescópios em 1993, somente um ano depois ela começou. O Seti Institute, que tem conduzido a busca por estrelas próximas sob o contrato da NASA, levantou dinheiro com Silicon Valley e reviveu a busca do Projeto Phoenix, usando rádio telescópio.

O Projeto foi finalizado três anos depois, tendo achado 75 estrelas por sinais.  Existem cerca de 200 bilhões de estrelas na galaxia e uma fração significante de planetas. Estima-se que o número de vida inteligente na galaxia variaram de um ( ou nenhum) em milhões. 

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