O telefone do Ministério da Saúde para atendimento ao cidadão, conhecido como Disque-Saúde, vai mudar para o número 136, no lugar do atual 0800 61 1997. O novo número deve entrar em vigor de 30 a 90 dias.
Com o número menor, de três dígitos, o ministério espera facilitar a memorização do telefone e o acesso da população à ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS), presente em 26 Estados e no Distrito Federal, com exceção do Rio Grande do Sul, que ainda está implantando o serviço.
Ao ligar, o cidadão poderá obter informações sobre doenças e remédios ou fazer reclamações do serviço prestado pelo SUS.
O ministro Alexandre Padilha anunciou que colocará em consulta pública, durante 60 dias, a proposta de criar um índice para avaliar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde prestados pela rede pública.
O indicador vai medir o desempenho do SUS em todo o país. No período da consulta pública, a população poderá opinar sobre a qualidade do sistema.
O Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 3,8 milhões anuais para o fortalecimento da rede de urgência e emergência em quatro Estados – São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais e Espírito Santo.
Os recursos vão servir para o custeio de uma central de regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e de cinco ambulâncias no município de São Sebastião (SP); uma em Aripuana (MT); uma em Januária (MG); e de uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) em Guarapari (ES).
De acordo com o ministério, a rede de atendimento de urgências no Brasil é uma responsabilidade do governo federal, de forma integrada com estados e municípios.
Com as centrais de regulação do Samu, quando uma ambulância do programa é enviada para o atendimento, os profissionais de saúde já sabem para onde levarão o paciente. O objetivo, segundo a pasta, é diminuir as filas nos pronto-socorros dos hospitais, evitando que casos que possam ser resolvidos nas UPAs ou em unidades básicas de saúde sejam encaminhados para as unidades hospitalares.
Telefone do Disque-Saúde vai mudar para 136
O telefone do Ministério da Saúde para atendimento ao cidadão, conhecido como Disque-Saúde, vai mudar para o número 136, no lugar do atual 0800 61 1997. O novo número deve entrar em vigor de 30 a 90 dias. Com o número menor, de três dígitos, o ministério espera facilitar a memorização do telefone e o acesso da população à ouvidoria do Sistema Único de Saúde.
Sexta, 08 de Abril de 2011 às 09:51, por: CdB
O telefone do Ministério da Saúde para atendimento ao cidadão, conhecido como Disque-Saúde, vai mudar para o número 136, no lugar do atual 0800 61 1997. O novo número deve entrar em vigor de 30 a 90 dias.
Com o número menor, de três dígitos, o ministério espera facilitar a memorização do telefone e o acesso da população à ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS), presente em 26 Estados e no Distrito Federal, com exceção do Rio Grande do Sul, que ainda está implantando o serviço.
Ao ligar, o cidadão poderá obter informações sobre doenças e remédios ou fazer reclamações do serviço prestado pelo SUS.
O ministro Alexandre Padilha anunciou que colocará em consulta pública, durante 60 dias, a proposta de criar um índice para avaliar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde prestados pela rede pública.
O indicador vai medir o desempenho do SUS em todo o país. No período da consulta pública, a população poderá opinar sobre a qualidade do sistema.
O Ministério da Saúde autorizou a liberação de R$ 3,8 milhões anuais para o fortalecimento da rede de urgência e emergência em quatro Estados – São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais e Espírito Santo.
Os recursos vão servir para o custeio de uma central de regulação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e de cinco ambulâncias no município de São Sebastião (SP); uma em Aripuana (MT); uma em Januária (MG); e de uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) em Guarapari (ES).
De acordo com o ministério, a rede de atendimento de urgências no Brasil é uma responsabilidade do governo federal, de forma integrada com estados e municípios.
Com as centrais de regulação do Samu, quando uma ambulância do programa é enviada para o atendimento, os profissionais de saúde já sabem para onde levarão o paciente. O objetivo, segundo a pasta, é diminuir as filas nos pronto-socorros dos hospitais, evitando que casos que possam ser resolvidos nas UPAs ou em unidades básicas de saúde sejam encaminhados para as unidades hospitalares.