A taxa de desemprego em maio ficou em 5,8%, mesmo índice registrado em abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação a maio de 2012 (5,8%), a taxa também não apresentou variação.
A taxa de desemprego em maio ficou em 5,8%
A taxa de desemprego em maio ficou em 5,8%, mesmo índice registrado em abril, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação a maio de 2012 (5,8%), a taxa também não apresentou variação.
Já o rendimento médio real teve uma queda de 0,3% em relação a abril, recuando de R$ 1.869,87 para R$ 1.863,60. Na comparação com o ano passado, o rendimento subiu 1,4% - em maio de 2012, o valor era R$ 1.838,20.
Nas seis regiões metropolitanas pesquisadas - Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre - não houve variação na taxa de desocupação na comparação maio-abril. Na análise anual (maio/2012 com maio/2011), a taxa também permaneceu estável com exceção da capital mineira que registrou índice de 5,1% em 2012 e 4,3% neste ano.
As taxas de desocupação nas regiões pesquisadas são: Porto Alegre (3,9%), Belo Horizonte (4,3%), Rio de Janeiro (5,2%), Recife (6,1%), São Paulo (6,3%) e Salvador (8,4%).
A massa de rendimento real dos ocupados também foi considerada estável, passando de R$ 43,2 bilhões em abril para R$ 43,3 bilhões em maio. Comparada à massa de maio de 2012, houve crescimento de 1,5%.
Crescem as vendas de materiais de construção
As vendas de materiais de construção da indústria para o comércio varejista atingiram, em maio, o segundo melhor resultado do ano com alta de 1,6% sobre abril. O maior movimento do ano foi registrado em março, quando o setor vendeu 13,8% acima do registrado em fevereiro.
Na comparação com maio do ano passado, o faturamento do quinto mês deste ano foi 3,1% superior. No acumulado do ano, as vendas cresceram 4,4%, taxa que se aproxima da projeção do setor para o fechamento de 2013 (4,5%), segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat).
Por meio de nota, o presidente da entidade, Walter Cover, disse que o setor espera que o consumo seja estimulado, principalmente, em razão das obras de infraestrutura. “Com o mercado imobiliário crescendo menos será preciso acelerar as licitações e execução das obras da infraestrutura de transportes, portos e aeroportos”, defendeu.
O executivo também espera que tanto o governo federal quanto o governo estadual adotem medidas de incentivo por meio de desonerações de impostos.
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