Rio de Janeiro, 22 de Setembro de 2026

Taxa de desemprego no Brasil cai pela 1ª vez no ano

A taxa de desemprego no Brasil caiu pela primeira vez neste ano ao atingir 5,6% em julho, menor taxa desde fevereiro, mas ao mesmo tempo o rendimento da população recuou pela quinta vez seguida.

Quinta, 22 de Agosto de 2013 às 07:54, por: CdB

A taxa de desemprego no Brasil caiu pela primeira vez neste ano ao atingir 5,6% em julho, menor taxa desde fevereiro, mas ao mesmo tempo o rendimento da população recuou pela quinta vez seguida.

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Em junho, a taxa de desemprego havia atingido o patamar mais alto desde abril de 2012 ao chegar a 6,0%
Em junho, a taxa de desemprego havia atingido o patamar mais alto desde abril de 2012 ao chegar a 6,0%. Em fevereiro deste ano o desemprego também atingiu 5,6%. O número divulgado nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou abaixo da expectativa em pesquisa da agência inglesa de notícias Reuters, cuja mediana de 21 projeções apontou que a taxa atingiria 5,8%. A última queda do desemprego tinha acontecido em dezembro passado, quando atingiu a mínima histórica de 4,6% num momento sazonalmente favorável pelas festas de fim de ano. A população ocupada cresceu 0,7% em julho na comparação com junho e aumentou 1,5% ante o mesmo período do ano anterior, totalizando 23,136 milhões de pessoas nas seis regiões metropolitanas avaliadas. Enquanto isso a população desocupada chegou a 1,379 milhão de pessoas, queda de 5,3% ante junho, mas alta de 6,1% sobre um ano antes. Os desocupados incluem tanto os empregados temporários dispensados quanto desempregados em busca de uma chance no mercado de trabalho. O IBGE informou ainda que o rendimento médio da população ocupada caiu 0,9% no mês passado ante junho, atingindo R$1.848,40. Em relação a julho do ano passado, o rendimento cresceu 1,5%. Apesar dos dados divulgados nesta quinta-feira, o mercado de trabalho vem mostrando exaustão, num cenário de fraco crescimento e queda nas confianças do setor produtivo e do consumidor. A geração de empregos, um dos últimos indicadores positivos da economia, foi de apenas 41.463 vagas em julho, no pior resultado para o mês desde 2003, com forte queda nas contratações em todos os setores.

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