Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Tanques cruzam fronteira da Rússia para a Ucrânia, dizem militares

Uma coluna de 32 tanques, 16 sistemas de artilharia e caminhões carregando munição e combatentes cruzou a fronteira da Rússia para o leste da Ucrânia, disseram as Forças Armadas de Kiev nesta sexta-feira. O deslocamento continua o envio de equipamento militar e mercenários russos para as linhas de frente - disse o porta-voz Andriy Lysenko em declaração transmitida pela TV.

Sexta, 07 de Novembro de 2014 às 10:47, por: CdB
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Membros da guarda de honra aguardam chegada do líder separatista Alexander Zakharchenko em Donetsk Vladimir Putin
Uma coluna de 32 tanques, 16 sistemas de artilharia e caminhões carregando munição e combatentes cruzou a fronteira da Rússia para o leste da Ucrânia, disseram as Forças Armadas de Kiev nesta sexta-feira. - O deslocamento continua o envio de equipamento militar e mercenários russos para as linhas de frente - disse o porta-voz Andriy Lysenko em declaração transmitida pela TV, referindo-se à incursão ocorrido na quinta-feira. Os relatos de uma nova movimentação de blindados na fronteira acontecem depois que rebeldes pró-Rússia no leste da Ucrânia acusaram forças do governo de Kiev, na quinta-feira, de terem lançado uma nova ofensiva - o que foi negado de imediato por Kiev. Casos esporádicos de violência continuam a ocorrer na região apesar de uma trégua acertada em 5 de setembro para encerrar o conflito, que já deixou mais de 4.000 mortos. Nesta semana, no entanto, o cessar-fogo pareceu ficar particularmente frágil, com separatistas e o governo central trocando acusações de violações depois que líderes separatistas realizaram eleições nas autoproclamadas "repúblicas populares" do leste no domingo. Preços do petróleo
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A diminuição dos preços mundiais do petróleo pode ser resultado da política de vários países que utilizam este mecanismo em época de crises, afirma o presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin. - Nos preços do petróleo o componente político sempre esteve presente. Mais do que isso: em alguns momentos críticos fica-se com a sensação de que é precisamente a política que prevalece no processo de formação dos preços - declarou Putin em entrevista à mídia chinesa, concedida na véspera da sua visita à República Popular da China. No período de 9 a 11 de novembro o presidente russo irá participar da cúpula da Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec), que acontece na capital chinesa, Pequim. O chefe de Estado ressaltou na entrevista que um dos fatores econômicos da baixa dos preços dos hidrocarbonetos é a queda do ritmo de crescimento da economia mundial e, como seu resultado, a diminuição do consumo de energia em toda uma série de países. Além disso, apontou o presidente, as reservas estratégicas e comerciais de petróleo nos países mais desenvolvidos correspondem agora ao seu máximo histórico. Venezuela Por outro lado, apesar deste momento da commodity, a Venezuela pretende continuar a diversificar suas exportações de petróleo e aumentar o volume de entregas à China e Índia a fim de se beneficiar do rápido crescimento das economias destes países e reduzir a sua dependência das exportações do "ouro negro" aos Estados Unidos, declarou o ministro do Petróleo e Mineração do país, Asdrubal Chavez. - Estas são as direções nas quais devemos continuar a desenvolver nossos mercados, uma vez que esses países têm o maior crescimento anual da economia. Pretendemos continuar a aumentar nossas entregas (de petróleo) à Ásia: à China e Índia - disse o ministro, cuja declaração foi citada pela agência inglesa de notícias Reuters.
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