Combates entre o exército sírio e as forças curdas intensificaram-se na noite de sexta-feira e neste sábado, criando o risco de outra frente ser aberta na guerra civil, de múltiplos lados
Os combates intensificaram-se no Afeganistão desde que a insurgência começou a se espalhar a partir de bastiões no sul e no leste do país em direção ao norte, antes pacificado
Por Redação, com Reuters - de Beirute:
O Talebã no Afeganistão capturou neste sábado um distrito estratégico na província de Kunduz, ao norte do país, forçando o recuo de tropas do governo para a capital da província, disseram autoridades.
Os combates intensificaram-se no Afeganistão desde que a insurgência começou a se espalhar a partir de bastiões no sul e no leste do país em direção ao norte, antes pacificado.
O Talebã no Afeganistão capturou neste sábado um distrito estratégico na província de Kunduz, ao norte do país, forçando o recuo de tropas do governo para a capital da província
Os militantes tomaram o distrito de Khanabad, que conecta Kunduz a Takhar e a outras províncias ao norte do país, no começo da manhã deste sábado, com combates pesados acontecendo em diversos outros distritos, disseram autoridades.
Síria
Combates entre o exército sírio e as forças curdas intensificaram-se na noite de sexta-feira e neste sábado, criando o risco de outra frente ser aberta na guerra civil, de múltiplos lados.
Ambos evitaram o confronto durante os cinco anos de conflito, com o governo focando seus esforços contra os rebeldes árabes sunitas no oeste, e os curdos lutando principalmente contra o Estado Islâmico no norte da Síria.
Em uma indicação de relutância em aumentar ainda mais os confrontos, a mídia pró-governo disse neste sábado que houve negociações preliminares de paz.
Após o combate nesta semana, aviões de guerra do governo bombardearam áreas dominadas pelos curdos em Hasaka, uma das duas cidades do nordeste, amplamente controlado por curdos, onde o governo mantém enclaves.
O combate na região pode complicar a batalha contra o Estado Islâmico por conta do papel pivô dos curdos nas Forças Democráticas Sírias, apoiadas pelos EUA, que lutam contra o grupo.
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