Rio de Janeiro, 19 de Agosto de 2026

Tailândia: universidade descobre esquema tecnológico para fraudar vestibular

Uma universidade na Tailândia flagrou um grupo de estudantes usando relógios inteligentes e câmeras escondidas em óculos para trapacear durante os exames de admissão

Quarta, 11 de Maio de 2016 às 10:31, por: CdB

Autoridades disseram que eles deixaram a prova, com duração de três horas, em apenas 45 minutos e enviaram as questões para uma equipe anônima em um local diferente

Por Redação, com Reuters - de Bangcoc/São Francisco:

Uma universidade na Tailândia flagrou um grupo de estudantes usando relógios inteligentes e câmeras escondidas em óculos para trapacear durante os exames de admissão, forçando o cancelamento das provas para outros.

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A imprensa local citou autoridades, que teriam dito que três estudantes foram colocados em uma lista negra pela unidade

O reitor da Universidade de Rangsit, Arthit Ourairat, compartilhou fotos dos dispositivos em seu perfil do Facebook e disse que a instituição cancelou os importantes exames de admissão para a faculdade de medicina, realizados nos dias 7 e 8 de maio.

A imprensa local citou autoridades, que teriam dito que três estudantes foram colocados em uma lista negra pela unidade, após o elaborado esquema, que envolveu representantes filmando as provas com as câmeras escondidas em seus óculos.

Autoridades disseram que eles deixaram a prova, com duração de três horas, em apenas 45 minutos e enviaram as questões para uma equipe anônima em um local diferente, que então encaminhou as respostas para estudantes que ainda estavam prestando o exame por meio dos relógios inteligentes.

Julgamento sobre Android

Um advogado da Oracle disse a membros de um júri na terça-feira que o Google, da Alphabet, deliberadamente tomou propriedade intelectual da Oracle sem permissão, iniciando um novo julgamento de US$ 9 bilhões.

A Oracle defende que o Android, do Google, violou seu copyright de partes da linguagem de programação Java, enquanto o Google afirma que deveria poder usar o Java sem pagar uma taxa sob o dispositivo de uso justo da lei do copyright.

O caso foi a julgamento anteriormente em 2012, mas o júri ficou em impasse. Se o novo júri no tribunal federal de San Francisco decidir contra o Google sobre o uso justo, então será considerado o pedido da Oracle de danos de US$ 9 bilhões.

Em tribunal na terça-feira, o advogado da Oracle, Peter Bicks, disse que cerca de 100 mil smartphones Android terão sido ativados ao fim de seu pronunciamento de abertura de uma hora, e 3 bilhões de telefones foram ativados desde que o processo começou.

Isso se traduziu em US$ 42 bilhões em receita, ele disse, e todos esses telefones contêm propriedade valiosa da Oracle.

– Você não pega a propriedade de alguém sem permissão e usa para seu próprio benefício – disse Bicks. Ele afirmou que a defesa do Google não pode cobrir o que eles fizeram com o Java, e a chamou de "desculpa do uso justo".

Sob a lei do copyright nos Estados Unidos, o "uso justo" permite utilização limitada de material protegido, sem adquirir permissão do detentor dos direitos, para propósitos como pesquisa, comentários ou produção de notícias.

O Google argumentou que os elementos do Java em questão não devem ser sujeitos ao copyright de quaisquer maneiras, e mesmo se forem, a Oracle teria supestimado muito seu pedido de danos.

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