Autoridades disseram que eles deixaram a prova, com duração de três horas, em apenas 45 minutos e enviaram as questões para uma equipe anônima em um local diferente
Por Redação, com Reuters - de Bangcoc/São Francisco:
Uma universidade na Tailândia flagrou um grupo de estudantes usando relógios inteligentes e câmeras escondidas em óculos para trapacear durante os exames de admissão, forçando o cancelamento das provas para outros.
O reitor da Universidade de Rangsit, Arthit Ourairat, compartilhou fotos dos dispositivos em seu perfil do Facebook e disse que a instituição cancelou os importantes exames de admissão para a faculdade de medicina, realizados nos dias 7 e 8 de maio.
A imprensa local citou autoridades, que teriam dito que três estudantes foram colocados em uma lista negra pela unidade, após o elaborado esquema, que envolveu representantes filmando as provas com as câmeras escondidas em seus óculos.
Autoridades disseram que eles deixaram a prova, com duração de três horas, em apenas 45 minutos e enviaram as questões para uma equipe anônima em um local diferente, que então encaminhou as respostas para estudantes que ainda estavam prestando o exame por meio dos relógios inteligentes.
Julgamento sobre Android
Um advogado da Oracle disse a membros de um júri na terça-feira que o Google, da Alphabet, deliberadamente tomou propriedade intelectual da Oracle sem permissão, iniciando um novo julgamento de US$ 9 bilhões.
A Oracle defende que o Android, do Google, violou seu copyright de partes da linguagem de programação Java, enquanto o Google afirma que deveria poder usar o Java sem pagar uma taxa sob o dispositivo de uso justo da lei do copyright.
O caso foi a julgamento anteriormente em 2012, mas o júri ficou em impasse. Se o novo júri no tribunal federal de San Francisco decidir contra o Google sobre o uso justo, então será considerado o pedido da Oracle de danos de US$ 9 bilhões.
Em tribunal na terça-feira, o advogado da Oracle, Peter Bicks, disse que cerca de 100 mil smartphones Android terão sido ativados ao fim de seu pronunciamento de abertura de uma hora, e 3 bilhões de telefones foram ativados desde que o processo começou.
Isso se traduziu em US$ 42 bilhões em receita, ele disse, e todos esses telefones contêm propriedade valiosa da Oracle.
– Você não pega a propriedade de alguém sem permissão e usa para seu próprio benefício – disse Bicks. Ele afirmou que a defesa do Google não pode cobrir o que eles fizeram com o Java, e a chamou de "desculpa do uso justo".
Sob a lei do copyright nos Estados Unidos, o "uso justo" permite utilização limitada de material protegido, sem adquirir permissão do detentor dos direitos, para propósitos como pesquisa, comentários ou produção de notícias.
O Google argumentou que os elementos do Java em questão não devem ser sujeitos ao copyright de quaisquer maneiras, e mesmo se forem, a Oracle teria supestimado muito seu pedido de danos.