A Taça Rio, embora já tenha no segundo turno a presença de grandes times como o Flamengo e o Fluminense, é vista pelos dirigentes dos chamados clubes "pequenos" como uma grande oportunidade para melhorar a imagem junto aos torcedores e eventuais patrocinadores. Mas, embora otimistas, são realistas:
– Dificilmente vai mudar alguma coisa, porque os times grandes têm condições e montaram elencos grandes e a utilização, por exemplo, de um time reserva, pode acabar não os prejudicando tanto - ponderou o vice-presidente do América carioica, Marcelo Labandera.
O técnico do Macaé, Tita, caso se confirme a passagem dos quatro grandes para a fase decisiva do primeiro turno, aproveitará os 20 dias de descanso para realizar uma intertemporada e busca a contratação de reforços para a disputa da Taça Rio.
– Temos que planejar. Não posso falar pelos outro times. Os grandes são as equipes que estão produzindo melhor no momento e, economicamente, são mais poderosas. As outras tiveram dificuldades tanto para contratar, quanto para se preparar, como os que subiram da Segunda Divisão, que só foi decidida no fim de 2007 - analisou.
O goleiro da Cabofriense, Gatti, lembra que o clube teve desempenho melhor na Taça Rio de 2007, quando chegou à decisão do turno, do que na Taça Guanabara, para lembrar que as chances dos pequenos de alcançarem a fase semifinal do campeonato continua existindo.