O surto de conjuntivite no Rio já atingiu mais de 34 mil pessoas e chega a Minas Gerais. Até a última quarta-feira, a Secretaria de Saúde do Estado de Minas já havia registrado mais de dois mil casos em dez municípios da Zona da Mata.
O coordenador de Oftalmologia Social da secretaria mineira, Jules Ayoub, disse que os técnicos estão fazendo uma investigação epidemiológica dos casos, especialmente na região onde há mais casos. "As pessoas que transitam pela Zona da Mata mineira e Rio de Janeiro, principalmente, devem tomar cuidados", alertou o médico.
Para o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, o surto é comum nesta época. "Há dois anos, houve uma epidemia semelhante, que começou em São Paulo", lembrou Paulo Augusto Arruda Mello, coordenador da comissão de ensino do Conselho e professor da Escola Paulista de Medicina. Para ele, a medida mais importante é a prevenção. "Usar lenços de papel, lavar as mãos com freqüência e ter cada vez mais higiene".
Alerta da Secretaria de Saúde do município do Rio informa que a conjuntivite viral não tem tratamento, remédio ou vacina, e destaca a importância de medidas preventivas para evitar que a doença se alastre ainda mais.
Tanto para o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, quanto para especialistas das secretarias estaduais de saúde, a auto-medicação é perigosa. "O quadro da doença pode se agravar com o uso inadequado de colírios", diz Jules Ayoub.
Surto de conjuntivite chega a Minas Gerais
O surto de conjuntivite no Rio já atingiu mais de 34 mil pessoas e chega a Minas Gerais. Até a última quarta-feira, a Secretaria de Saúde do Estado de Minas já havia registrado mais de dois mil casos em dez municípios da Zona da Mata. O coordenador de Oftalmologia Social da secretaria mineira, Jules Ayoub, disse que os técnicos estão fazendo uma investigação epidemiológica dos casos, especialmente na região onde há mais casos. "As pessoas que transitam pela Zona da Mata mineira e Rio de Janeiro, principalmente, devem tomar cuidados", alertou o médico. Para o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, o surto é comum nesta época. "Há dois anos, houve uma epidemia semelhante, que começou em São Paulo", lembrou Paulo Augusto Arruda Mello, coordenador da comissão de ensino do Conselho e professor da Escola Paulista de Medicina. (Leia Mais)
Sábado, 08 de Maio de 2004 às 10:21, por: CdB