O suplente de Joaquim Roriz (PMDB-DF), Gim Argello (PTB-DF), está sendo alvo de denúncias. Argello também é investigado por irregularidades apuradas na Operação Aquarela, da Polícia Civil do Distrito Federal, que foi o principal motivo da renúncia de Roriz.
Argello é apontado como intermediário da transação de R$ 2,2 milhões, considerada irregular por não ter sido declarada ao Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).
O dinheiro teria sido sacado em uma agência do Banco Regional de Brasília e, segundo o senador, se tratava de empréstimo feito pelo empresário Nenê Constantino, do Conselho de Administração da Gol. Roriz afirma que devolveu R$ 1,9 milhões a Constantino.
O suplente também teria participado de uma transação imobiliária suspeita durante a gestão de Roriz no Distrito Federal. Um terreno de 80 mil metros quadrados, comprado pelo empresário Wigberto Tartuce de quatro fundos de pensão ligados a órgãos públicos do governo distrital, teria rendido R$ 23 milhões de lucro a Tartuce, que é ligado a Nenê Constantino. Investiga-se a possibilidade de os R$ 2,2 milhões serem uma comissão pela venda do terreno.
Outra suspeita sob Argello se refere às acusações de que Roriz teria comprado uma sentença judicial para se livrar de punição por crime eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. A revista Veja disse que gravações mostram conversas sobre o assunto entre Roriz e Argello. Argello teria passado mal após ler a reportagem e foi internado no Hospital Brasília.
Suplente de Roriz está na mira da polícia
O suplente de Joaquim Roriz (PMDB-DF), Gim Argello (PTB-DF), está sendo alvo de denúncias. Argello também é investigado por irregularidades apuradas na Operação Aquarela, da Polícia Civil do Distrito Federal, que foi o principal motivo da renúncia de Roriz. (Leia Mais)
Quinta, 05 de Julho de 2007 às 08:04, por: CdB