O Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) acumula, de janeiro a outubro, superávit primário de R$ 43 bilhões, superando em R$ 5 bilhões a meta para o ano, que é de R$ 38 bilhões.
Em outubro, o superávit foi de R$ 4,5 bilhões, resultado de uma arrecadação líquida de R$ 27,3 bilhões, contra despesas de R$ 22,7 bilhões.
O Tesouro Nacional alcançou superávit de R$ 6,5 bilhões, enquanto a Previdência Social teve déficit de R$ 1,9 bilhão, e o Banco Central teve saldo negativo de R$ 13,4 milhões.
Os dados constam do relatório do Tesouro de outubro, que será detalhado em instantes pelo secretário do Tesouro, Joaquim Levi.
"A melhora do resultado primário do governo central no mês está associada à recuperação da receita líquida, não obstante a aceleração da despesa", explicou o Tesouro em um comunicado.
A dívida líquida total do Tesouro atingiu R$ 383,683 bilhões em outubro, ou 25,4% do PIB, comparado a R$ 375,155 bilhões em setembro, 25,3% do PIB.
No mês passado, o Tesouro registrou um superávit de R$ 6,461 bilhões, a Previdência teve um déficit de R$ 1,901 bilhão e o Banco Central, um déficit de R$ 13,4 milhões.
Com o resultado acumulado até outubro, o governo central supera a meta de superávit de R$ 38 bilhões, sua parte para o setor público consolidado atingir o superávit de 4,25% do PIB este ano.