Os últimos empresários e trabalhadores sul-coreanos que estão no Iraque devem deixar o país até o início de julho, informou o Ministério de Comércio do país nesta terça-feira (horário local). Seul rejeitou as exigências de militantes que ameaçaram decapitar um refém sul-coreano de 33 anos caso o governo da Coréia do Sul não desista de um plano de enviar três mil soldados para se juntar aos cerca de 670 que já estão no Iraque.
Uma porta-voz do Ministério confirmou o comentário feito pelo ministro do Comércio, Lee Hee-beom, de que a maioria dos trabalhadores sul-coreanos deixou o Iraque e que os que ainda estão no país devem deixá-lo no mês que vem.