Um fazendeiro sul-africano branco e três empregados negros compareceram ao tribunal nesta terça-feira para responder pela acusação de atirar um homem aos leões. O caso tem despertado tensões raciais às vésperas das eleições gerais na África do Sul, que serão realizadas em abril.
Mark Scott-Crossley e dois trabalhadores foram indiciados por homicídio. Eles são acusados de espancar um empregado demitido e jogá-lo por cima de uma cerca isolando raros leões brancos, que participavam de um projeto para reprodução em cativeiro. Não se sabe se o homem estava vivo ou morto.
A polícia espera que testes de DNA provem que um crânio e parte de uma perna humana encontrados no cercado dos leões são mesmo do ex-empregado, Nelson Chisale.