A ministra Laurita Vaz, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido de liberdade à Adriana Ferreira Almeida, acusada envolvimento na morte de seu marido, Renê Senna, ganhador da Mega-Sena assassinado em janeiro de 2007. Ela tentava reverter uma decisão da juíza que negou um pedido de habeas corpus.
Senna foi morto com quatro tiros na cabeça no dia 7 de janeiro em um bar no município de Rio Bonito, no Rio. A mulher dele é apontada como a mandante do crime.
Segundo o Tribunal de Justiça do Rio, Almeida teria se aliado a uma amiga, a professora de educação física Janaína Silva de Oliveira, e a quatro ex-seguranças do milionário: o marido de Oliveira, o ex-PM Anderson Silva de Sousa; o cabo da Polícia Militar Marco Antônio Vicente; o sargento Ronaldo Amaral de Oliveira, conhecido o China; e o funcionário público Ednei Gonçalves Pereira.
Adriana foi acusada de homicídio duplamente qualificado: por motivo torpe, pois pretendia ser beneficiada pelo testamento; e sem possibilidade de defesa para a vítima, que não tinha as duas pernas. Segundo o STJ, se condenada, poderá pegar até trinta anos de cadeia.
Ao confirmar a manutenção da prisão, a ministra considerou não haver nada que justifique a reforma da decisão
Em dezembro de 2007 o STJ havia negado liberdade a outra acusada de morte de ganhador da Mega-Sena, Janaína Silva de Oliveira.
STJ nega <i>habeas corpus</i> a acusada de matar ganhador da Mega-Sena
Quinta, 03 de Janeiro de 2008 às 16:29, por: CdB