SPB-Brasil sofre com ligação clandestina de esgoto e descaso da Cedae
Instituição com mais de meio século de existência, a Sociedade Pestalozzi do Brasil e seus diretores viram-se, nos últimos dias, diante uma situação insólita. Vizinhos à comunidade da Mangueira, na Zona Norte do Rio.
O embaixador Sergio Nogueira Lopes lançou mão até de uma picareta, para romper a ligação clandestina de esgoto na SPB-Brasil
Instituição com mais de meio século de existência, a Sociedade Pestalozzi do Brasil e seus diretores viram-se, nos últimos dias, diante uma situação insólita. Vizinhos à comunidade da Mangueira, na Zona Norte do Rio, os cerca de 400 alunos da instituição foram obrigados a suspender os lanches no refeitório após o vazamento de uma linha irregular de esgoto que estourou e inundou o local onde funcionários, professores e alunos reuniam-se para as refeições. Na última sexta-feira, o patrono da SPB-Brasil, embaixador Sergio Nogueira Lopes, tomou uma posição radical.
– Cansamos de chamar os técnicos da Cedae, a fiscalização municipal, até a polícia para resolver este drama em que se transformou o vazamento de um esgoto fétido justo no salão onde as crianças e todos os demais colaboradores da SPB-Brasil fazem seus lanches, almoçam, tomam café da manhã. A falta de respeito para com uma escola destinada aos deficientes físicos é tão grande que chega a ser incompreensível – afirmou Nogueira Lopes.
Diante dos fatos, apesar das ameaças de morte que recebeu após tomar uma atitude radical, "mas necessária", como afirmou, Nogueira Lopes lançou mão de uma marreta e quebrou a ligação clandestina de esgotos que atravessava o pátio da escola.
– Fomos obrigados a colocar seguranças no local, para que a ligação clandestina de dejetos não fosse restabelecida – concluiu o embaixador da institução internacional.
Tags:
Relacionados
Edições digital e impressa
Utilizamos cookies e outras tecnologias. Ao continuar navegando você concorda com nossa política de privacidade.