Rio de Janeiro, 15 de Agosto de 2026

Smartphones estão em alta, mas Nokia está em queda

A crescente demanda por celulares acionados pela plataforma Google Android ajudará o mercado de smartphones a crescer em 2011, estimulando empresas como a HTC e a Samsung Electronics, que estão apostando na plataforma.

Sexta, 08 de Abril de 2011 às 09:41, por: CdB

A crescente demanda por celulares acionados pela plataforma Google Android ajudará o mercado de smartphones a crescer em 2011, estimulando empresas como a HTC e a Samsung Electronics, que estão apostando na plataforma. A popularidade do Android ajudou os fabricantes asiáticos a subir rapidamente nos rankings dos celulares, e a HTC ultrapassou a Nokia em capitalização de mercado pela primeira vez, na quinta-feira. As ações da HTC valiam 33,4 bilhões de dólares no fechamento da quinta-feira, ante 33 bilhões de dólares para as ações da Nokia. A Nokia continua a liderar em termos de volume, e vendeu 19 aparelhos para cada celular que a HTC vendeu no ano passado. Mas seu preço médio de venda foi de apenas 85 dólares, ante os 360 dólares da HTC, de acordo com a Strategy Analytics. O crescimento acelerado no extremo mais elevado do mercado, ajudado em parte pelos novos modelos da HTC, elevará as vendas mundiais de celulares dotados de câmeras em 21%  em 2011, para 1,1 bilhão de aparelhos, o que os levará a superar a marca do bilhão pela primeira vez, anunciou a Strategy Analytics. O mercado de smartphones vai crescer em 58% o este ano e em 35% no seguinte, informou o grupo de pesquisa Gartner na quinta-feira. O Android, que ocupava distante segundo posto ante o sistema operacional Symbian, da Nokia, no ano passado, elevará sua fatia de mercado a 39% em 2011, enquanto a do Symbian cairá à metade, ou 19%, depois da decisão da Nokia de abandonar a plataforma. A plataforma iPhone, da Apple terá ligeiramente mais mercado que a Symbian este ano, enquanto a Research In Motion, fabricante do BlackBerry, ficará com 13 % do mercado; a Microsoft terá 6%, com o Windows Phone. - Isso não significa dar crédito demasiado à Nokia, e sim afirmar que a Nokia fará tudo que puder para se manter no negócio. Qualquer coisa menos que isso poderia significar o fim da Nokia -  afirmou a analista Carolina Milanesi.

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