Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

Smartphone da Apple é perigo à segurança da China, diz mídia estatal

A mídia estatal chinesa classificou nesta sexta-feira o iPhone da Apple como uma ameaça à segurança nacional devido à capacidade do smartphone de fazer um registro das localizações dos usuários com data e hora. Uma matéria da emissora CCTV criticou a função de "Serviço de Localização" por permitir que usuários sejam rastreados e que informações sobre eles sejam reveladas.

Sexta, 11 de Julho de 2014 às 08:31, por: CdB
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A companhia sediada na Califórnia não é a única empresa norte-americana a sofrer a ira da mídia chinesa
A mídia estatal chinesa classificou nesta sexta-feira o iPhone da Apple como uma ameaça à segurança nacional devido à capacidade do smartphone de fazer um registro das localizações dos usuários com data e hora. Uma matéria da emissora CCTV criticou a função de "Serviço de Localização" por permitir que usuários sejam rastreados e que informações sobre eles sejam reveladas. - Estes são dados extremamente sensíveis - disse um pesquisador entrevistado pela emissora. Se os dados forem acessados, podem revelar a situação econômica de todo um país e "até mesmo segredos de Estado", disse o pesquisador. A Apple não foi encontrada de imediato para comentar. A Apple tem frequentemente ficado sob os holofotes da mídia estatal chinesa, que acusa a companhia de fornecer dados de usuários para agências de inteligência dos Estados Unidos e pede "punições severas". A companhia também tem sido criticada por atendimento de má qualidade aos consumidores. A companhia sediada na Califórnia não é a única empresa norte-americana a sofrer a ira da mídia chinesa. Os serviços do Google sofreram interrupções na China por mais de um mês, e o Centro de Compras do Governo Central proibiu que novos computadores do governo usem o sistema operacional Windows 8 da Microsoft. Outras empresas norte-americanas de hardware como a Cisco Systems e a IBM sofreram o que analistas e companhias chamaram de "Efeito Snowden", após revelações de espionagem feitas por Edward Snowden, ex-prestador de serviço da Agência de Segurança Nacional dos EUA. Amazon A Amazon.com está buscando permissão de reguladores dos Estados Unidos para testar seus drones de entrega perto de Seattle, como parte de uma rápida expansão de um programa que tem suscitado amplo debate sobre questões de segurança e privacidade com o uso da tecnologia de drones. O presidente-executivo da Amazon, Jeff Bezos, quer usar drones - naves não tripuladas de pequeno porte - para entrega de encomendas em 30 minutos ou menos no âmbito do programa batizado de "Prime Air". A empresa está desenvolvendo drones que podem voar a uma velocidade de cerca de 80,5 quilômetros por hora. Agora a Amazon está buscando permissão para testar drones em áreas ao ar livre perto de Seattle, onde um de seus laboratórios de pesquisa e desenvolvimento está trabalhando na tecnologia, de acordo com uma carta publicada no site da Administração Federal de Aviação na quinta-feira. Atualmente a Amazon pode testar drones dentro de ambientes fechados e em outros países. Mas a empresa não pode realizar testes de voo de pesquisa e desenvolvimento ao ar livre no Estado de Washington, onde é sediada. - É claro que a Amazon prefere manter o foco, empregos e investimentos desta importante iniciativa de pesquisa e desenvolvimento nos Estados Unidos - disse a empresa na carta, datada de 9 de julho e assinada por Paul Misener, diretor global de políticas públicas da Amazon.
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