O governo federal pretende investir R$ 600 milhões na estruturação da Defesa Civil nos municípios mais vulneráveis a catástrofes ambientais.
O plano acontece depois da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, onde mais de 800 pessoas morreram devido às fortes chuvas do último dia 11.
O projeto prevê a reestruturação de todo o sistema nacional de Defesa Civil e o aumento da responsabilidade das Forças Armadas com a construção de cinco centros regionais militares especializados no atendimento imediato de populações atingidas por desastres ambientais.
Uma alta fonte das Forças Armadas disse que Marinha, Exército e Aeronáutica precisam melhorar e agilizar a atuação na resposta a catástrofes.
O governo deve apresentar em junho um atlas identificando as áreas e os municípios mais sujeitos a risco. Estas áreas terão prioridade para estruturação e capacitação das equipes locais da Defesa Civil.
Na semana passada, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra reconheceu deficiências estruturais e financeiras na atuação da Defesa Civil Nacional e disse que as tragédias naturais mostram a necessidade de ampliar o orçamento do órgão. Ele citou problemas no repasse de recursos para a prevenção de desastres ambientais.
– Queremos acabar com a crítica recorrente que a Defesa Civil é lenta, tardia e quando o dinheiro chega, a tragédia já passou. Isso é verdade... e procede –, afirmou o ministro há uma semana.
Sistema nacional de Defesa Civil será reestruturado
O governo federal pretende investir R$ 600 milhões na estruturação da Defesa Civil nos municípios mais vulneráveis a catástrofes ambientais. O projeto prevê a reestruturação de todo o sistema nacional de Defesa Civil e o aumento da responsabilidade das Forças Armadas no atendimento imediato de populações atingidas por desastres ambientais.
Segunda, 31 de Janeiro de 2011 às 10:40, por: CdB
O governo federal pretende investir R$ 600 milhões na estruturação da Defesa Civil nos municípios mais vulneráveis a catástrofes ambientais.
O plano acontece depois da tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, onde mais de 800 pessoas morreram devido às fortes chuvas do último dia 11.
O projeto prevê a reestruturação de todo o sistema nacional de Defesa Civil e o aumento da responsabilidade das Forças Armadas com a construção de cinco centros regionais militares especializados no atendimento imediato de populações atingidas por desastres ambientais.
Uma alta fonte das Forças Armadas disse que Marinha, Exército e Aeronáutica precisam melhorar e agilizar a atuação na resposta a catástrofes.
O governo deve apresentar em junho um atlas identificando as áreas e os municípios mais sujeitos a risco. Estas áreas terão prioridade para estruturação e capacitação das equipes locais da Defesa Civil.
Na semana passada, o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra reconheceu deficiências estruturais e financeiras na atuação da Defesa Civil Nacional e disse que as tragédias naturais mostram a necessidade de ampliar o orçamento do órgão. Ele citou problemas no repasse de recursos para a prevenção de desastres ambientais.
– Queremos acabar com a crítica recorrente que a Defesa Civil é lenta, tardia e quando o dinheiro chega, a tragédia já passou. Isso é verdade... e procede –, afirmou o ministro há uma semana.