Rio de Janeiro, 21 de Agosto de 2026

Sírios repelem ofensiva do Estado Islâmico em Aleppo

Pelo menos, 50 militantes do Estado Islâmico foram eliminados quando o Exército sírio e as Forças de Defesa Nacional (FDN)

Segunda, 21 de Março de 2016 às 08:54, por: CdB

Além disso, as forças sírias lançaram uma ofensiva contra a Frente al-Nusra, em resultado da qual foram mortos quatro militantes

Por Redação, com Sputnik Brasil - de Beirute/Moscou:

Pelo menos, 50 militantes do Estado Islâmico foram eliminados quando o Exército sírio e as Forças de Defesa Nacional (FDN) conseguiram repelir um ataque de grande escala no norte da Síria, segundo a mídia.

 O Exército sírio e as FDN conseguiram rechaçar o ataque no norte da província síria de Aleppo, matando dezenas de terroristas, informou a agência iraniana de notícias FARS.
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O Exército sírio e as FDN conseguiram rechaçar o ataque no norte da província síria de Aleppo
A agência citou uma fonte no Exército dizendo que pelos menos 50 terroristas foram mortos e ainda mais ficaram feridos depois de as tropas sírias terem repelido um assalto do EI contra as posições governamentais nas duas vilas chave de Kafr Sakeer e Babbenes, em Aleppo. A FARS disse que o Exército sírio e a milícia popular já libertaram a maior parte da província dos terroristas, que agora estão envolvidos em confrontos internos nos territórios que ainda estão sob o seu controle. Além disso, as forças sírias lançaram uma ofensiva contra a Frente al-Nusra, em resultado da qual foram mortos quatro militantes.
 O Exército sírio atacou fortificações dos terroristas perto da vila de Qantara, em resposta ao avanço da Frente al-Nusra contra a vila vizinha de Tall ad-Dirrah, que está sob o controle do Exército, disse a fonte.

– Se o Exército sírio e os seus aliados capturarem a vila de Qantara, na posse da Frente al-Nusra, isso permitirá avançar para o sul, ao longo do rio estratégico al-Assi, para as zonas setentrionais da província de Homs, ainda controladas pelas forças terroristas – informou a FARS citando uma fonte militar.

No dia 22 de fevereiro, a Rússia e os Estados Unidos chegaram a um acordo de cessar-fogo na Síria. O acordo entrou em vigor no dia 27 de fevereiro, mas não se aplica ao EI nem à Frente Nusra, grupos terroristas em ação no país. O governo sírio interrompeu suas ações militares, e algumas forças de oposição se mostraram céticas quanto ao acordo, mas, de forma geral, aderiram ao cessar-fogo.

Tropas russas

A base aérea de Hmeymim e o posto de abastecimento de Tartus permanecem em funcionamento, a sua segurança está sendo garantida, declarou o porta-voz do presidente Dmitry Peskov comentando as mensagens na mídia sobre o alegado reposicionamento de material bélico russo na Síria.

Peskov sublinhou que a decisão sobre a retirada do grupo militar russo da Síria foi tomada, mas lembrou que, de acordo com a decisão do líder russo Vladimir Putin sobre a retirada do contingente, os postos de baseamento temporário em Hmeymim e Tartus continuarão em funcionamento.
 Desta forma, segundo o porta-voz do Kremlin, é melhor endereçar tais perguntas ao Ministério da Defesa da Rússia.O presidente russo, Vladimir Putin, ordenou em 14 de março a retirada parcial das forças russas da República Árabe da Síria. A presença militar de Moscou começou em 30 de setembro de 2015, quando o parlamento russo aprovou o envio de um grupo da Força Aeroespacial, após um pedido de Bashar Assad. O governo de Damasco pediu a ajuda russa no combate aos grupos terroristas EI e Frente al-Nusra.
Explicando a retirada, Putin ressaltou que, segundo ele, a missão russa está "praticamente cumprida".
 
 
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