Rio de Janeiro, 18 de Setembro de 2026

Síria e Rússia discutem preparativos para conferência de paz

Uma delegação do governo sírio encontrará autoridades em Moscou na próxima segunda-feira para discutir os preparativos para uma conferência de paz internacional que a Rússia.

Sexta, 15 de Novembro de 2013 às 10:28, por: CdB
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Uma delegação do governo sírio encontrará autoridades em Moscou na próxima segunda-feira para discutir os preparativos para uma conferência de paz
Uma delegação do governo sírio encontrará autoridades em Moscou na próxima segunda-feira para discutir os preparativos para uma conferência de paz internacional que a Rússia, os Estados Unidos e as Nações Unidas estão tentando promover, informou a agência de notícias Interfax. O Ministério de Relações Exteriores russo não quis comentar de imediato o assunto. A Interfax informou que sua fonte é do ministério. A Rússia e os Estados Unidos anunciaram em maio planos para uma conferência que reuniria, em Genebra, representantes do governo sírio e da oposição. Ainda não foi fixada uma data. O grupo oposicionista Coalizão Nacional Síria concordou na segunda-feira em tomar parte do encontro, mas disse rejeitar qualquer participação do presidente sírio, Bashar al-Assad, no futuro do país. Para a Rússia, a saída de Assad do poder não pode ser uma precondição para conversações com o objetivo de pôr fim à guerra civil, que já matou mais de 100 mil pessoas. A Rússia tem sido o mais poderoso aliado do governo sírio durante o conflito, enviando-lhe armas e bloqueando os esforços ocidentais para condenar ou pressionar Assad. O presidente russo, Vladimir Putin, elogiou a disposição de Assad de enviar uma delegação à conferência, quando falou com o líder sírio por telefone, na quinta-feira, numa conversa que, segundo o porta-voz de Putin, foi a primeira que mantiveram nos últimos dois anos. Putin diz que a Rússia não tem um relacionamento especial com a Síria, que compra armas russas e abriga a única base naval do país fora da área da extinta União Soviética. A Rússia também acusa Assad de ter reagido mal às manifestações pacíficas em 2011 e não ter evitado que o país mergulhasse na guerra civil.
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