Um carro-bomba explodiu na quarta-feira em Ancara, próximo ao Parlamento e ao Estado Maior turco, matando 28 pessoas e causando 61 feridos, de acordo com os últimos dados
Por Redação, com Sputnik Brasil - de Beirute:
O líder curdo da Síria, Saleh Muslim, negou a participação de sua organização no atentado de quarta-feira na capital da Turquia, Ancara, e acusou o grupo terrorista (Estados Islâmico) de realizar o ataque.
Anteriormente, o primeiro-ministro turco, Ahmet Davotoglu, havia responsabilizado as milícias curdas relacionadas com o Partido da União Democrática (PYD) pelo ataque na capital do país.
– É absolutamente falso, não há nenhum vínculo entre os curdos e o que ocorreu em Ancara – garantiu o líder curdo, acrescentando que o atentado está ligado com a luta do país contra o Estado Islâmico, “cujos membros vivem na Turquia”. O autoproclamado grupo Estado Islâmico é uma organização terrorista proibida em diversos países, inclusive na Rússia. Um carro-bomba explodiu na quarta-feira em Ancara, próximo ao Parlamento e ao Estado Maior turco, matando 28 pessoas e causando 61 feridos, de acordo com os últimos dados.Tropas sírias
As tropas sírias e a Força Aérea do país eliminaram fortificações do Estado Islâmico ao leste da cidade de Aleppo matando e ferindo dezenas de militantes, informou a agência iraniana de notícias FARS
Segundo diversas fontes, o Exército sírio, apoiado pela aviação do país, lançou algumas ofensivas contra as posições do EI nas cidades de al-Bab, Qabasin e Beza na quarta-feira.
Mais fortificações dos terroristas foram destruídas por caças sírios em Handarat e Hraytan a norte de Aleppo. Os islamistas sofreram grandes perdas em resultado de ataques aéreos.Dezenas de militantes foram mortos ou feridos em resultado de tentativas de ocupar as linhas de defesa do Exército sírio em Tal al-Madhafah na parte meridional de Handarat.
A Síria está mergulhada na guerra civil desde 2011. O governo do país luta contra um número de fações de oposição e contra grupos islamistas radicais como o Daesh (também conhecido como “Estado Islâmico”) e a Frente al-Nusra.