Uma síndrome neurológica, cuja causa não foi identificada, matou sete pessoas no sul do Maranhão. Outras 24 estão internadas com sintomas em Imperatriz, a 637 km de São Luís. A maioria das vítimas é de jovens agricultores, com idade entre 15 e 49 anos.
Os técnicos da Vigilância Epidemiológica do Estado e do Ministério da Saúde investigam a doença desde o dia 26 de maio, quando foi percebida uma concentração de casos de paralisia nas pernas sem causas definidas.
Segundo Henrique Jorge dos Santos, da Vigilância, aparentemente ela não é transmissível de pessoa para pessoa. Os sintomas são dormência nas pernas, dificuldade para andar e insuficiência respiratória, o que acarreta problemas cardíacos e, como conseqüência, a morte.
Para Santos, a doença não é mortal se os sintomas forem combatidos precocemente, antes que os problemas respiratórios comprometam o coração.