Acusado pela Polícia Federal de ter recebido propina da empresa Gautama de R$ 100 mil, o ministro Silas Rondeau (Minas e Energia) entregou no final da tarde desta terça-feira a carta de demissão ao presidente Lula. Na segunda-feira o PMDB já havia pedido ao ministro que renunciasse ao cargo.
Na tarde desta terça-feira, Lula reuniu-se por cerca de uma hora com o ministro. O presidente teve de interromper a reunião, da qual participavam também os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Tarso Genro (Justiça), por conta de atrasos na agenda oficial. Na manhã de segunda Rondeau reuniu-se com por meia hora com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na tentativa de se defender das acusações de envolvimento no esquema de fraudes em licitações de obras públicas.
Antes de se reunir com o ministro, Lula esteve ao meio-dia com os senadores José Sarney (PMDB-AP) e Renan Calheiros (PMDB-AL), que bancaram a indicação ao Ministério das Minas e Energia. A reunião ocorreu no Palácio do Planalto.
Os R$ 100 mil supostamente teriam sido entregues a Rondeau por Fátima Pereira, representante da empresa Gautama, através do assessor especial do Ministério, Ivo Almeida Costa. O depoimento de Costa à ministra do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon, ocorreu nesta terça e durou cerca de uma hora.
Silas Rondeau cede e entrega o cargo
Acusado pela Polícia Federal de ter recebido propina da empresa Gautama de R$ 100 mil, o ministro Silas Rondeau (Minas e Energia) entregou no final da tarde desta terça-feira a carta de demissão ao presidente Lula. Na segunda-feira o PMDB já havia pedido ao ministro que renunciasse ao cargo.Na tarde desta terça-feira, Lula reuniu-se por cerca de uma hora com o ministro. (Leia Mais)
Terça, 22 de Maio de 2007 às 17:38, por: CdB