O filme trata dos relatórios de um diretor, neste caso Anne Parillaud, que dirige dois atores dos quais decidiu obter o máximo para uma cena muito difícil, uma cena íntima... "Em primeiro lugar tive vontade de fazer um filme sobre o cinema, sobre este processo misterioso e que se chama dirigir um filme ou atores", afirma Catherine Breillat, diretora de Sex is Comedy, ainda sem data para estrear no Brasil, mas que conquista um número cada vez maior de espectadores na Europa. Estreou nesta sexta-feira, em Roma, com salas lotadas. "Não se dirige um filme", continua Breillat: - Nós o fazemos. Tive desejo de fazer este filme devido à proliferação dos makings offs destinados a fazer crer que o mistério poderia ser assim revelado. Quando os makings offs revelam apenas a futilidade dos filmes, a aparência, o coração continua a ser secreto. Como o coração do vulcão. É o momento da prova, o onde o medo é a mesma para cada um - ator ou diretor em cena - e que nesse momento, a rodagem torna-se uma porta fechada, inviolável. É esta porta fechada o assunto de Sex is Comedy. Mas além do casal impossível em cena, é um assunto sobre os relacionamentos, sobre o masculino e o feminino, sobre a sutileza: em certa medida sobre o poder do mais fraco. "E a confusão dos sentimentos", conclui Catherine Breillat.
<i><b>Sex is Comedy</i></b> estréia em Roma com casa cheia
O filme trata dos relatórios de um diretor, neste caso Anne Parillaud, que dirige dois actores dos quais decidiu obter o máximo para uma cena muito difícil, uma cena íntima... (Leia Mais)
Sexta, 20 de Dezembro de 2002 às 10:40, por: CdB