Presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE) quer 72 horas para refletir sobre a situação em que se encontra e rever a possibilidade de se licenciar do cargo. Ele, novamente, descartou qualquer possibilidade de renunciar ao mandato.
- Renunciar, nem pensar. Nem morto - afirmou Severino, segundo informou o deputado João Caldas (PL-AL), amigo e um dos mais importantes aliados de Severino. Ainda de acordo com o parlamentar alagoano, Severino está muito abatido, a ponto de aceitar o conselho de líderes da base aliada e advogados para não presidir a sessão na qual foi decidida a cassação do deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ).
- Ele está muito abatido e, sinceramente, não creio que ele vá conseguir levar adiante essa decisão de permanecer no cargo. Não tem saúde para tanto - afirmou Caldas. Visitaram o presidente da Câmara, durante todo o dia, o líder do PP, José Janene (PR); o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP); Sandro Mabel (PL-GO), o vice-líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), o líder do PC do B, Renildo Calheiros (PE), além de Caldas.