As operações de factoring (empresa que compra recebíveis originados de vendas mercantis ou de prestação de serviços realizados a prazo) devem crescer 25% neste ano, estima Luiz Lemos Leite, presidente da Associação Nacional das Sociedades de Fomento Mercantil (Anfac). Em 2004, essa transação fechou em R$ 42 bilhões e em 2005 ficou em torno de R$ 50 bilhões.
O executivo explica que as operações de factoring são hoje imprescindíveis à economia brasileira, contribuindo para a geração de empregos, estimulando a produção, aumentando o Produto Interno Bruto (PIB) e também reduzindo a informalidade. As factorings têm como principais clientes pequenas e médias empresas que não dispõem de crédito fácil, motivo das dificuldades de investimentos de muitas. Há também a vantagem de agregar qualidade e conhecimento à organização da empresa.
Leite ressalta que, nos 23 anos de atividade no Brasil, o fomento só tem feito crescer, ora como fonte de expansão, ora como sustentáculo nos momentos econômicos mais difíceis.
- O ano de 2006 não deve ser diferente. O ano de 2006 deve ser de crescimento, não acredito que as eleições presidenciais possam afetar de forma negativa a economia - finaliza.