Em greve há mais de um mês, servidores do Instituto Nacional (INSS) de Santa Catarina não aceitaram a proposta de reajuste salarial e encaminharam um posicionamento à executiva nacional do governo federal. Cerca de 90% dos funcionários aderiam à paralisação e apenas 30% das agências do INSS, na região norte do estado, funcionam através de determinação judicial.
Os catarinenses, em assembléia, decidiram rejeitar a proposta de reposição de 47,11% repassados em 12 parcelas semestrais. A coordenação nacional da categoria se reúne nesta sexta para estudar os detalhes da proposta apresentanda pelo governo federal.
- A proposta de reajuste é boa, mas a forma a ser aplicada não agradou - disse Walmir Braz, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da em Saúde e Previdência Social do Serviço Público Federal (Sindprevs), que reúne 3 mil servidores no estado.