Rio de Janeiro, 01 de Setembro de 2026

Servidores do Comperj interditam a ponte Rio-Niterói

Durante um protesto nesta segunda-feira, um grupo de servidores do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) fecharam o acesso da ponte Rio-Niterói para a avenida Brasil.

Segunda, 24 de Agosto de 2015 às 11:16, por: CdB
Por Redação, com agências - do Rio de Janeiro: Durante um protesto nesta segunda-feira, um grupo de servidores do Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro) fecharam o acesso da ponte Rio-Niterói para a avenida Brasil. Segund0 o centro de Operações, a alça de acesso da ponte para a pista central da avenida Brasil sentido Centro, na altura do Into (Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia).
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De acordo com o Centro de Operações, o trânsito ficou parcialmente interditado
De acordo com o Centro de Operações, o trânsito ficou parcialmente interditado na av. Presidente Vargas, pista central, altura da Central do Brasil, no sentido Candelária. O tempo de travessia na pista sentido Rio e sentido Niterói era de 13 minutos. A circulação de carros já foi normalizada na via. A Setrans (Secretaria de Estado de Transporte) e a CCR Barcas informaram que, em virtude da manifestação, as equipes de segurança e operação foram reforçadas nas estações da Praça XV e Araribóia. A concessionária disponibilizou embarcações extras para atender à demanda de passageiros. Segundo o Sintramon Itaboraí (Sindicato dos Trabalhadores Empregados nas Empresas de Montagem e Manutenção Industrial do Município de Itaboraí), a Petrobras teria anunciado, em seu plano de negócios para o período de 2015 a 2019, o adiamento do início da operação da central de utilidades do Comperj. A unidade terá geração de energia elétrica e a vapor, e tratamento de água e efluentes. Segundo o sindicato, atualmente trabalham seis mil pessoas na construção da refinaria. Em 2014, esse número seria de 16 mil. Inicialmente, o funcionamento da operação da central seria em 2016. A nova data está prevista para outubro de 2017. Estiveram na manifestação, funcionários, comerciantes e sindicatos envolvidos nas obras do Comperj, CREA-RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro), OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e petroleiros, informou a prefeitura de Itaboraí. Cinco cidades decretaram ponto facultativo nesta segunda-feira: Itaboraí, Cachoeiras de Macacu, Rio Bonito, Guapimirim e Niterói (essas duas últimas liberaram os funcionários a partir do meio dia). O órgão afirmou que a concessionária das barcas liberou mil passagens de ida e volta para os manifestantes. Segundo o prefeito da cidade e presidente do Conleste (Consórcio Intermunicipal do Leste Fluminense), Helil Cardozo, falta pouco para as obras da refinaria serem concluídas. - Esse é um ato apartidário, de toda a sociedade civil. Os empresários fazem questão de nos apoiar, pois também sofrem com essa situação. Não será uma manifestação contra quem quer que seja, mas em favor da nossa região e da retomada das obras da refinaria do Comperj. Há soluções que podem fazer a Petrobras terminar essa obra pela metade do preço planejado, lembrando que 82% da refinaria já estão prontos. Não é possível abandonar um empreendimento desses quando só faltam 18% para sua conclusão.
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