Serra e Kassab Dois movimentos coincidentes indicam que o grupo do candidato tucano derrotado ao Planalto no ano passado, José Serra e do prefeito paulistano, Gilberto Kassab (ex-DEM-PSDB, agora PSD) perdem espaço no PSDB.
Um destes movimentos é representado pela demissão sumária - ele se adiantou e pediu demissão - de Guilherme Afif Domingos, vice-governador e secretário de Estado (Desenvolvimento Econômico) da administração do governador tucano Geraldo Alckmin; o outro, configura-se no anúncio do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, admitindo a fusão do PSDB com o DEM.
Esta é uma fusão que José Serra não aceita de jeito nenhum, e até já se opôs publicamente. Assim, a divisão no PSDB vai se consolidando. E não só o ocorrido até agora, a debandada de deputados e lideranças do tucanato e do DEM.
Tudo indica mesmo que José Serra não terá muita opção a não ser ir para o PSD fundado (refundado, a legenda já existiu duas vezes antes no Brasil) pelo seu incondicional aliado Kassab, ou se sujeitar a um papel secundário no novo PSDB.
Que de novo, como vocês, meus amigos, acompanham, não terá nada.
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