Rio de Janeiro, 07 de Setembro de 2026

Senado promove ato contra terrorismo e pela liberdade de expressão

Convocado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o ato, batizado de “Somos Charlie”, acontece no auditório do Interlegis, no Senado.

Quinta, 15 de Janeiro de 2015 às 10:21, por: CdB
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O ato no Senado reúne embaixadores e representantes de embaixadas, líderes religiosos, jornalistas e parlamentares
Com a presença de embaixadores e representantes de embaixadas, líderes religiosos, jornalistas e parlamentares, o Senado realiza, nesta quinta-feiram, um ato contra o terrorismo e a islamofobia e pela liberdade de expressão. Convocado pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF), o ato, batizado de “Somos Charlie”, acontece no auditório do Interlegis, no Senado. Na abertura do evento, Cristovam destacou o papel da educação no combate aos atos terroristas. Para ele, é preciso um grande movimento mundial por escolas de qualidade, por uma formação para a paz, tolerância religiosa e cultural. Já o senador Pedro Simon (PMDB-RS) destacou os esforços do Papa Francisco pelo respeito a todas as religiões. — Não há razão para que o mundo seja dividido por religiões. Cada um tem a sua, cada um que a defenda e que respeite as outras — disse Simon. Educação no combate ao terrorismo Não é por acaso que o lápis, símbolo da luta contra a ação de terroristas, é também o símbolo da luta pela educação, pois está na educação a única saída capaz de parar a fábrica de terrorismo. A comparação foi feita pelo senador Cristovam Buarque (PDT-DF). — Não vejo outra saída para parar a fábrica de terrorismo no mundo do que um grande programa internacional de educação, para todas as crianças. Colocá-las em escolas de qualidade, para terem a formação para a paz, a consciência da tolerância com todas as religiões, todas as culturas — disse. Na opinião do parlamentar, o Brasil pode dar o exemplo, oferecendo educação de qualidade para sua população. Ele lembra que somos um país com maior tolerância religiosa, sendo remota a possibilidade de ação de extremistas religiosos, mas ressalta que nenhum país está livre do terrorismo.
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