Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Senado aprova projeto sobre gastos e acaba com ameaça de paralisação nos EUA

O Senado dos Estados Unidos aprovou o projeto de lei de gastos de US$ 1,1 trilhão que acaba com a ameaça de paralisação do governo. A votação do Senado por 56 a 40 envia a medida para o presidente Barack Obama, que deve assinar o projeto em lei antes que a autoridade de gastos federais vença à meia-noite da próxima quarta-feira quarta-feira.

Domingo, 14 de Dezembro de 2014 às 08:43, por: CdB
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A aprovação do projeto de 1.603 páginas foi uma longa e dura batalha no Senado e na Câmara marcada por amargas disputas sobre mudanças a regulações bancárias
O Senado dos Estados Unidos aprovou o projeto de lei de gastos de US$ 1,1 trilhão que acaba com a ameaça de paralisação do governo. A votação do Senado por 56 a 40 envia a medida para o presidente Barack Obama, que deve assinar o projeto em lei antes que a autoridade de gastos federais vença à meia-noite da próxima quarta-feira quarta-feira. A aprovação do projeto de 1.603 páginas foi uma longa e dura batalha no Senado e na Câmara marcada por amargas disputas sobre mudanças a regulações bancárias e a recente determinação de Obama sobre imigração. Os democratas eram contra o enfraquecimento da lei de reforma financeira Dodd-Frank, enquanto os republicanos tentavam afundá-la por não impedir a determinação de Obama. A legislação financia a maioria das agências do governo até setembro de 2015. O Departamento de Segurança Interna será tratado de forma diferente, com extensão do financiamento apenas até 27 de fevereiro, quando os republicanos terão controle de ambas as casas do Congresso. A votação no Senado encerra o mais recente capítulo em uma batalha de quatro anos entre democratas e republicanos sobre a política fiscal dos EUA em uma era de grandes déficits orçamentários. Essas batalhas devem ser retomadas no próximo ano mas com uma virada: os republicanos, tendo conquistado grandes ganhos nas eleições do Congresso em 4 de novembro, assume o controle do Senado com maioria de 54 a 46 e terão maioria mais ampla na Câmara. Entretanto, os republicanos ainda precisarão de cooperação dos democratas no Senado, onde 600 de 100 votos são necessários para avançar com a maior parte dos principais projetos de lei.  
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