(1’33” / 364 Kb) – Pelo menos 10 mil auxiliares da saúde do Distrito Federal (DF) estão em greve desde a última segunda-feira (27). Entre os pontos da pauta de reivindicação, os grevistas exigem a revisão anual da remuneração – tendo como parâmetro o índice de correção do Fundo Constitucional do DF –, incorporação de 100% da Gratificação por Apoio Técnico Administrativo (Gata), redução da carga horária para 20 horas semanais e plano de saúde.
Com a paralisação dos profissionais – metade do total de efetivos – consultas, exames e procedimentos cirúrgicos estão sendo desmarcados ou cancelados.
O governo diz ter acolhido alguns pontos da pauta, como o reajuste do auxílio-alimentação para R$ 304, a partir de julho de 2011, e a incorporação de 40% de gratificação, em setembro de 2011, para o pessoal da área técnica. Porém, os servidores negam.
Eles dizem que o auxílio-alimentação foi conquistado por todos os servidores e não é exclusividade da categoria. O Sindicato dos Empregados em Estabelecimento de Saúde do Distrito Federal (SindSaúde) também nega que o governo tenha atendido à incorporação de 40% de gratificação para o pessoal da área técnica.
Na próxima terça-feira (05) está marcada uma assembleia. Se até a data as negociações com o governo não avançarem, os grevistas pretendem parar centros cirúrgicos, unidades de terapia intensiva (UTIs) e emergências, que já funcionam com apenas 30% do efetivo.
Com informações do www.politicasnodf.com
De São Paulo, da Radioagência NP, Danilo Augusto.
30/06/11