CIDADE DO MÉXICO, 7 JUL (ANSA) - Ao menos 27 ativistas dos direitos humanos foram assassinados no México entre janeiro de 2005 e maio de 2011, informou hoje um estudo sobre o tema.
No mesmo período foram registradas 523 denúncias por violação a suas garantias básicas.
O Informe Especial sobre a Situação dos Ativistas dos Direitos Humanos no México foi entregue pelo ombudsman Raúl Plascencia Villanueva à alta comissária para os Direitos Humanos da ONU, Navi Pillay, que está no país.
Na quarta-feira, Pillay expressou sua preocupação pelas violações aos direitos humanos atribuídas a agentes do Estado mexicano na luta contra o crime e aconselhou que os tribunais civis investiguem estes casos.
A alta comissária da ONU pediu ao presidente Felipe Calderón que na luta contra a insegurança se apegue aos direitos humanos já que eles são "o caminho" para garantir a democracia.
"Dar segurança significa assegurar a proteção dos direitos para toda a gente. Os direitos humanos são o caminho, não um obstáculo, para fortalecer o Estado e garantir que o império da lei predomine", declarou Pillay (ANSA)
SEGUNDO INFORME, 27 DEFENSORES DOS DIREITOS HUMANOS MORRERAM NO MÉXICO
Quinta, 07 de Julho de 2011 às 08:20, por: CdB