A base aliada do governo não conseguiu reunir 51 parlamentares na Câmara dos Deputados para realizar a sessão ordinária de hoje, necessária para não atrasar a votação do segundo turno da reforma da Previdência.
De acordo com o deputado Paulo Delgado (PT-MG), se, na segunda-feira, a Casa não conseguir reunir o quórum de parlamentares, a votação do segundo turno estará inviabilizada na próxima semana.
- Um dia de atraso na votação de uma emenda constitucional (a reforma) representa um custo muito alto para o povo e para o governo - afirmou.
Compareceram à sessão vinte e um deputados do PT, seis do PSDB, quatro do PSB, quatro do PFL, três do PMDB, dois do PDT, dois do PL, cinco do PP, um do PTB, um do Prona e um do PCdoB.