O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, fez um pequeno balanço da política de segurança no estado, na tarde desta terça-feira, na Palestra de encerramento do Seminário Nacional Desafios da Gestão Pública de Segurança, na Fundação Getúlio Vargas, no Centro do Rio.
— O trabalho de inteligência tem um planejamento para qualquer tipo de ação. A diferença é a execução. Ela será executada conforme a reação do bandido na presença da polícia —, explicou.
Beltrame afirmou que, atém mesmo por ser católico, não é favorável às mortes em confrontos com bandidos, mas que nem por isso vai recuar diante dos conflitos.
— O trabalho de inteligência feito para localizar o Joca, da Rocinha, é o mesmo trabalho que detectou o armamento na Coréia, que foi um levantamento que foi feito em 60 dias —, comentou.
O secretário criticou as entidades que defendem os bandidos. Segundo ele, não há como chegar nesses locais e pinçar com o braço mecânico o armamento pesado, tem de haver confronto e não há outro jeito. Beltrame disse que não consegue dormir sabendo que há algum paiol em alguma comunidade.
— Só se pode pensar numa política de segurança quando o estado retomar o domínio da cidade. A Polícia Federal prende sem dar um tiro, porque prende a elite. O cliente da Polícia Federal é outro —, disse.
Secretário de Segurança faz um balanço da segurança no Rio
Terça, 23 de Outubro de 2007 às 14:23, por: CdB