Rio de Janeiro, 24 de Maio de 2026

Schumacher vence GP de San Marino e Barrichello em terceiro

O piloto da Ferrari, Michael Schumacher, venceu, na manhã deste domingo, o GP de San Marino, em Ímola, Itália. O finlandês Kimi Raikkonen, da McLaren, e o brasileiro Rubens Barrichello, da Ferrari, chegaram atrás do alemão. A 65ª vitória da carreira de Schumacher acontece no dia em que sua mãe, Elisabeth Schumacher, faleceu em Colônia, na Alemanha, onde estava internada em coma. (Leia Mais)

Domingo, 20 de Abril de 2003 às 07:49, por: CdB

O piloto da Ferrari, Michael Schumacher, venceu, na manhã deste domingo, o GP de San Marino, em Ímola, Itália. O finlandês Kimi Raikkonen, da McLaren, e o brasileiro Rubens Barrichello, da Ferrari, chegaram atrás do alemão. A 65ª vitória da carreira de Schumacher acontece no dia em que sua mãe, Elisabeth Schumacher, faleceu em Colônia, na Alemanha, onde estava internada em coma. Mesmo com a notícia da morte, Schumcaher e seu irmão Ralf decidiram concorrer no circuito de Ímola. Eles receberam as condolências da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e foram liberados de todas as cerimônias antes, e depois do Grande Prêmio de San Marino. Ralf Schumacher terminou em quarto lugar, seguido pelo escocês David Coulthard, da McLaren; do espanhol Fernando Alonso, da Renault; do colombiano Juan Pablo Montoya, da Williams; e do inglês Jenson Button, da BAR. No sábado, os pilotos voaram para Colônia, logo depois do encerramento do treino, em que comemoraram discretamente a pole position e a 2ª colocação estabelecidas no circuito Enzo e Dino Ferrari. Schummy e o irmão não participaram das reuniões com os engenheiros da equipe e foram ao heliporto do circuito. De lá voaram para Bolonha onde a tripulação do avião de Ralf os aguardava para levá-los até Colônia, distante uma hora e meia de vôo. A doença que acometeu a mãe dos pilotos não foi revelada. "É uma assunto particular. Não há mudanças no seu estado nos últimos dias. Ela estava internada desde a quinta-feira da semana passada e tanto Michael quanto Ralf passaram os últimos dias próximo dela, antes de viajarem aqui para Ímola". O que se comenta - e a informação deve mesmo proceder porque a imprensa alemã até já divulgou o fato em outras ocasiões - é que Elisabete consome doses elevadas de álcool, notadamente depois da separação do marido, Rolf, em 1997.

Tags:
Edições digital e impressa