Em nota divulgada neste sábado, a assessoria do presidente do senado, José Sarney (PMDB-AP), informou que Sarney ficou sabendo da existência dos atos secretos na Casa por um relatório da FGV (Fundação Getúlio Vargas), divulgado no dia 12 de maio.
Segundo a nota, a FGV iniciava o trabalho de consultoria para a reforma administrativa do Senado, contratada por Sarney.
A nota diz ainda que, em 13 de julho, o presidente do Senado assinou ato anulando os 663 atos administrativos não publicados regularmente.