Rio de Janeiro, 09 de Setembro de 2026

São Paulo prepara nova fase de programa contra crack

O programa De Braços Abertos da Prefeitura de São Paulo, enfrenta o desafio de ressocializar usuários de crack e se prepara para entrar uma nova fase, Seis meses após seu início. O programa, que começou em janeiro de 2014 na região da Luz, no centro de São Paulo, recebeu nesta quinta-feira a visita do príncipe Harry.

Quinta, 26 de Junho de 2014 às 08:58, por: CdB
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Programa de redução de danos da prefeitura divide opiniões de especialistas
O programa De Braços Abertos da Prefeitura de São Paulo, enfrenta o desafio de ressocializar usuários de crack e se prepara para entrar uma nova fase, Seis meses após seu início. O programa, que começou em janeiro de 2014 na região da Luz, no centro de São Paulo, recebeu nesta quinta-feira a visita do príncipe Harry. Desde seu início, a iniciativa beneficiou usuários como Evandro Martins, de 28 anos, que se mudou para um quarto de hotel na área chamada de "Cracolândia" e está recebendo remuneração por trabalho diário. O programa hospeda os participantes em oito hoteis da região. Em fevereiro do ano passado, Evandro foi à região para gastar "só R$ 4" em crack e não conseguiu sair até agora. Após entrar no programa e trabalhar como varredor de ruas e bibliotecário, diz se sentir mais seguro. - É um dinheiro está lá toda a semana. Antes eu gastava tudo o que eu tinha em crack, agora já estou conseguindo comprar roupas e visitar minha mãe em Santos. Também estou usando menos crack. Redução de danos Ele é um exemplo do que a prefeitura define como redução de danos. O programa é uma das grandes apostas da administração de Fernando Haddad e inclui, além dos hoteis, três refeições e uma renda de R$ 15 por dia para cada participante. Os inscritos devem cumprir pelo menos quatro horas de trabalho e duas horas de capacitação por dia. Também podem participar de atividades culturais em horários noturnos e durante os fins de semana. O objetivo, segundo as autoridades, é "recuperar a dignidade" dos usuários que vivem nas ruas e criar condições para que eles busquem tratamento médico por iniciativa própria.
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