Time mineiro abriu vantagem de 2 a 0 na Vila Belmiro ainda no primeiro tempo. Os paulistas viraram o placar, mas permitiram o empate no fim da partida.
No empate da última quarta-feira à noite com o Atlético-MG, na Vila Belmiro, apesar dos três gols marcados, o Santos sentiu como nunca a falta de um definidor. Oportunidades não faltaram.
Desde os primeiros minutos, o Santos tinha a posse de bola, criava mais jogadas, só não fazia o gol. E quem não faz... os mineiros foram mortais nos contra-ataques. Teriam aberto o placar logo aos 5 minutos, com Guilherme, de cabeça. Isso se não tivesse Fábio Costa no meio do caminho. Defesa de puro reflexo.
O Santos, enquanto isso, se cansava de errar gols. Aos 11, com Robinho, um minuto antes, com Nenê (que foi suspenso pelo STJD e não joga na próxima rodada contra o Paraná).
O primeiro gol saiu logo após um passe errado do ataque santista. No contra-golpe, Michel recebeu na direita, achou Guilherme na área, o atacante deixou a bola passar e Kim não perdoou: 1 a 0. Guilherme foi essencial no primeiro gol e marcou o segundo, aos 30.
No fim do primeiro tempo, o Santos perdeu chances como nunca. Erraram na cara do gol, pela ordem, Diego, Robinho, Elano duas vezes, e Reginaldo Araújo.
No segundo tempo, logo aos 5, jogada rápida do Santos, Diego recebeu de Robinho, deixou de calcanhar para Elano. Velloso foi para a bola, mas não segurou.
Elano errou duas vezes no fim do primeiro tempo. Descontou no início do segundo. Aos 14, fez mais um. Reginaldo Araújo recebeu enfiada de Diego, chutou forte e Velloso soltou. Elano, oportunista, tocou para o fundo da rede.
O Santos, mesmo com um a menos (Robinho e Júlio César foram expulsos e o Atlético perdeu Cicinho), fez o terceiro, com Renato, aos 32. Seria uma virada histórica, se não fosse Luiz Alberto, depois de falha da zaga, empatar aos 39. Os mineiros ainda perderam Genalvo, mas ficou nisso.
Rio de Janeiro, 12 de Agosto de 2026
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