Rio de Janeiro, 08 de Setembro de 2026

Sanduíche

Terça, 08 de Março de 2005 às 08:33, por: CdB

O que faz Robert De Niro atuar em tantos filmes de qualidade quase sempre sofrível? Apesar do colunista ignorar por completo Amigo oculto, um suspense-com-maior-cara-de-fiasco que está em cartaz, a lista de produções nos últimos anos incluem todo o tipo de bombas. De vez em quando vem uma boa fita, como Entrando numa fria maior ainda (também em cartaz) ou Ronin. Vê-se que o ator não tem a preocupação de um Jack Nicholson ou de um Robert Redford. A impressão é de que De Niro é um workaholic ou tem um gosto altamente questionável. 
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Recheio: Nada contra a Mostra do Filme Livre ou eventos mais democráticos, em termos de cinema, como a Atacadão Filmes ou a mostra O que que neguinho ta fazendo, mas o nível dos curta-metragens desses eventos é de doer mesmo. E, pior, quase sempre traz filmes dos organizadores. O que remete a seguinte questão: como fazer seu filme ser exibido para uma platéia (seja ela qual for)? A resposta é fácil: faça seu próprio evento/ mostra. Mas, ainda assim, essas mostras passam alguns filmes bastante interessantes e não são em nada desnecessárias.
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Atores que interpretam James Bond não conseguem sair do papel. Vejam o que acontece com Pierce Brosnan. Não importa que filme ele faça, virão sempre citações ao agente secreto britânico. Seja em  críticas, comentários na imprensa ou... no próprio material de divulgação do filme. E é o que acontece em Ladrão de diamantes, filme pouco aprazível do mediano cineasta Brett Ratner. Na TV, a propaganda fala algo do tipo "Agora ele está contra a lei". Parodiando a paródia, é matar ou correr!

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