A Samsung Electronics disse que interrompeu os negócios com um fornecedor na China sob suspeita de usar trabalho infantil, a primeira vez que adota uma medida do tipo, após críticas de que seu monitoramento de práticas trabalhistas de fornecedores seria inadequado.
A companhia disse que cortará permanentemente todos os laços com o fornecedor se as alegações forem verdadeiras, em linha com sua política de tolerância zero com trabalho infantil
A Samsung Electronics disse que interrompeu os negócios com um fornecedor na China sob suspeita de usar trabalho infantil, a primeira vez que adota uma medida do tipo, após críticas de que seu monitoramento de práticas trabalhistas de fornecedores seria inadequado.
A decisão, anunciada nesta segunda-feira, chega menos de uma semana depois da entidade norte-americana China Labor Watch ter dito que encontrara "ao menos cinco crianças trabalhando" sem contratos no fornecedor, chamando o processo de monitoramento da Samsung para interromper tais práticas de "ineficiente".
A Samsung, maior fabricante de smartphones do mundo, afirmou que conduziu três auditorias desde 2013 no fornecedor, uma subsidiária integral da empresa sul-coreana Shinyang Engineering, sendo que a última foi concluída em 25 de junho.
No entanto, outra investigação instigada pelo relatório da entidade apontou evidências do que a Samsung chamou de suspeita de trabalho infantil, apontando buracos na capacidade da gigante de tecnologia de aplicar suas diretrizes trabalhistas em fornecedores chineses.
- As autoridades da China também estão investigando o caso - disse a Samsung em seu comunicado nesta segunda-feira.
A companhia disse que cortará permanentemente todos os laços com o fornecedor se as alegações forem verdadeiras, em linha com sua política de tolerância zero com trabalho infantil.
Executiva do Yahoo
Uma importante executiva do Yahoo está sendo processada na Califórnia por uma mulher que era sua subordinada e a acusa de assédio sexual e demissão injusta. Maria Zhang, diretora de engenharia do Yahoo Mobile, foi processada por Nan Shi, que trabalhou com ela como engenheira de software a partir de fevereiro de 2013, de acordo com o processo que foi aberto no Tribunal Superior de Santa Clara, em San José, Califórnia, em 8 de julho.
Shi alega que Zhang a forçou a fazer sexo oral e virtual com ela várias vezes em Sunnyvale, California, e que a chefe disse que ela teria um "futuro brilhante" no Yahoo se fizessem sexo. Shi quer uma indenização e outras punições contra a ex-chefe.
O processo também coloca o Yahoo como réu. "Absolutamente não há base ou verdade nas acusações contra Maria Zhang. Maria é uma executiva exemplar do Yahoo e pretendemos lutar com vigor para limpar o seu nome", disse um representante do Yahoo por email. Zhang fundou sua própria empresa mobile, a Alike, que foi comprada pelo Yahoo em 2013.
Ela também já trabalhou para Microsoft e Zillow antes de ser contratada pelo Yahoo, de acordo com seu perfil no LinkedIn.
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