A Samsung Electronics lançou sua primeira TV OLED nesta quinta-feira, levando a tecnologia de tela ultra-fina para um mercado nascente, apesar de desafios produtivos manterem os custos altos, enquanto telas de LCD só ficam melhores e mais baratas.
A Samsung Electronics lançou sua primeira TV OLED nesta quinta-feira, levando a tecnologia de tela ultra-fina
A Samsung Electronics lançou sua primeira TV OLED nesta quinta-feira, levando a tecnologia de tela ultra-fina para um mercado nascente, apesar de desafios produtivos manterem os custos altos, enquanto telas de LCD só ficam melhores e mais baratas.
A maior fabricante mundial de TV apostou seu futuro na tecnologia e no sucesso do display OLED - diodo orgânico emissor de luz - com telas menores que têm reforçado a sua fatia de mercado de smartphones e seus ganhos. Mas telas grandes devem levar a uma estrada muito mais lenta para os lucros.
Acredita-se que a tecnologia OLED ofereça potencial para uma melhor qualidade de imagem do que as telas de cristal líquido padrão, com resolução de imagem mais nítida, tempos de resposta mais rápidos e imagens de alto contraste. Ela também permite televisores curvos, que fabricantes dizem oferecer uma experiência mais imersiva.
Mas restrições de produção são um problema chave.
A Samsung está produzindo telas OLED para TVs a partir de uma linha piloto pequena e alguns analistas estimam a produção em apenas 30% com sete em cada 10 das telas defeituosas devido à dificuldade de espalhar uniformemente materiais orgânicos emissores de luz em grandes telas.
Apesar de muitos especialistas da indústria acreditarem que a tecnologia OLED será o próximo marco da indústria, eles não acreditam que ela conseguirá substituir as telas LCDs no espaço de apenas alguns anos.
A Samsung disse que vai começar a vender televisores OLED curvos fora da Coreia do Sul em julho mas não especificou em quais países.
Sharp fará aliança com China Electronics
A japonesa Sharp, uma das principais fornecedoras de telas para a Apple, anunciou nesta quinta-feira que formará uma aliança de US$ 2,9 bilhões com a estatal China Electronics Corp. A parceria inclui acordo para a Sharp licenciar sua avançada tecnologia de economia de energia conhecida como IGZO.
A China Electronics, também conhecida como CEC, e que fornece equipamentos para o Exército da China, terá 92% da aliança. A parceria vai abrir uma fábrica de telas de cristal líquido (LCD), com o objetivo de produzir em larga escala telas para televisores, notebooks e tablets em 2015.
O licenciamento da tecnologia IGZO, ou telas de óxido de índio-gálio-zinco, se encaixa na estratégia da Sharp para reforçar suas finanças. Em dezembro, a Sharp assinou um pacto com a Qualcomm, vendendo para a empresa norte-americana uma participação acionária por US$ 120 milhões e concordando em desenvolver novas telas baseadas na tecnologia IGZO.
Telas IGZO têm um consumo de energia equivalente a um décimo das telas LCD convencionais, alta resolução e velocidades de reação mais rápidas.
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