Especialistas garantem que é seguro comer carne de porco e derivados nesta onda de gripe suína.
Não existem indicações de que a gripe suína seja transmissível a pessoas que consumam carne de porco devidamente manuseada e preparada, ou outros derivados de carne de porco.
O vírus da gripe suína é morto pelas temperaturas normais de cozimento, da ordem de 70 graus, que correspondem à orientação normal quanto ao preparo de carnes, de porco ou outras.
A carne de porco ficou melhor: com 31% menos gordura, 14% menos calorias e um teor de colesterol 10 % menor, ela ganhou muito em saúde. Mais do que isto, a carne é muito saborosa.
Fonte de proteínas na dieta tradicional do brasileiro, o suíno passou por mudanças radicais nos últimos 30 anos.
Atualmente, fornece uma carne do bem, com os índices de gordura, calorias e colesterol positivos, que ajudam a derrubar o mito de um alimento gorduroso e prejudicial à saúde.
Com o surgimento das margarinas e óleos vegetais, deixou-se de cozinhar com banha e o produtor precisou selecionar geneticamente as raças e balancear a alimentação dos suínos para obter maior aproveitamento da carne.
Com isso, o percentual de gordura diminuiu e aumentou a quantidade de carne magra. O alimento suíno é, hoje, o mais consumido no mundo e se firmou como algo de grande valor nutritivo, rico em vitaminas e minerais.
Há algumas décadas, o suíno apresentava entre 40 e 45% de carne magra, o toucinho media 6 centímetros e um animal adulto produzia até 30 kg de banha. A carne consumida atualmente apresenta 60% de porção magra, cerca de 1,5 centímetros de toucinho e, no máximo, 2,5 kg de banha.
O nível de colesterol encontrado na carne de suínos é semelhante ao das aves. Ainda, atende com folga às recomendações da Associação Americana do Coração, que estabelece ingestão diária de 300 mg de colesterol por dia.