Rio de Janeiro, 12 de Setembro de 2026

Russos caem na lista britânica de bilionários após crise na Ucrânia

O russo Alisher Usmanov perdeu a posição de homem mais rico da Grã-Bretanha, de acordo com o jornal Sunday Times, depois que a crise na Ucrânia varreu bilhões de libras das contas bancárias de oligarcas russos e ucranianos.

Sábado, 10 de Maio de 2014 às 16:24, por: CdB

O russo Alisher Usmanov perdeu a posição de homem mais rico da Grã-Bretanha, de acordo com o jornal Sunday Times, depois que a crise na Ucrânia varreu bilhões de libras das contas bancárias de oligarcas russos e ucranianos.

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O russo Alisher Usmanov perdeu a posição de homem mais rico da Grã-Bretanha
Os irmão indianos Sri e Gopi Hinduja, que moram em Londres e controlam o Grupo Hinduja, conglomerado global de automóveis, bancos e investimentos, subiram para o topo da lista como a dupla mais abastada da Grã-Bretanha, com bens no valor de 11,9 bilhões de libras. Usmanov, listado como homem mais rico da Rússia pela revista Forbes, perdeu 2,7 bilhões de libras ao longo do último ano e caiu o para segundo lugar na lista de bilionários britânicos da revista do Sunday Times. A Grã-Bretanha tem mais bilionários em relação à população do que qualquer outro país, segundo o diário, que estimou a riqueza combinada dos 104 membros de sua lista em 301 bilhões de libras, mais de 50 bilhões a mais que em 2013. Philip Beresford, que compila a tabela anual, disse que os russos e ucranianos no topo da lista viram sua riqueza reduzida pela intervenção na Ucrânia, o que levou o rublo a cair para o valor mais baixo da história e as ações russas a despencarem. - O mal estar da economia russa e a crise atual tiveram seu efeito em todos eles - disse Beresford. O ucraniano-norte-americano Len Blavatnik, proprietária da gravadora Warner Music, e Roman Abramovich, dono do clube de futebol inglês Chelsea, perderam juntos 1,8 bilhão de libras nos doze últimos meses. Países ocidentais reagiram à anexação russa da região ucraniana da Crimeia impondo sanções limitadas contra Moscou e visando alguns políticos e líderes empresariais russos vistos como envolvidos na crise ucraniana.

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