Rio de Janeiro, 13 de Janeiro de 2026

Rússia: Google chega a acordo em caso sobre monopólio do Android

O órgão de fiscalização de concorrência da Rússia (FAS, na sigla em inglês) e o Google, da holding Alphabet, chegaram a um acordo

Segunda, 17 de Abril de 2017 às 08:38, por: CdB

Em 2015, o FAS decidiu que o Google estava abusando de sua dominância ao exigir a pré-instalação de certos aplicativos em dispositivos móveis

Por Redação, com Reuters - de Moscou:

O órgão de fiscalização de concorrência da Rússia (FAS, na sigla em inglês) e o Google, da holding Alphabet, chegaram a um acordo em caso relacionado ao sistema operacional Android, informou o FAS nesta segunda-feira.

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Em 2015, o FAS decidiu que o Google estava abusando de sua dominância ao exigir a pré-instalação de certos aplicativos

O acordo foi aprovado por um tribunal russo na manhã desta segunda-feira. Acrescentou o vice-diretor do FAS, Alexei Dotsenko. Acrescentando que o mesmo valeria por um período de seis anos e nove meses.

Em 2015, o FAS decidiu que o Google estava abusando de sua dominância ao exigir a pré-instalação de certos aplicativos em dispositivos móveis. Que usavam o sistema operacional Android. Após reclamação feita pela russa Yandex.

Facebook

Acionistas propuseram que o Facebook prepare um relatório. Sobre a ameaça que notícias falsas difundidas em redes sociais causam à democracia. E à liberdade de expressão e sobre os perigos que elas podem representar para a própria empresa. Segundo um comunicado publicado na última sexta-feira.

A proposta, que diz que o Facebook forneceu "um mecanismo financeiro de apoio ao conteúdo fabricado" na Internet. Sugere que a empresa analise amplamente a questão. Incluindo medidas de bloqueio às postagens falsas. Como suas estratégias influenciam a liberdade de expressão e como ela avalia os créditos dos posts.

– O Facebook é altamente vulnerável, com notícias falsas largamente promovidas através de algoritmos estratégicos de jogos e de algoritmos da plataforma de publicação do Facebook – diz a proposta.

A questão das notícias falsas ganhou destaque durante a eleição presidencial dos Estados Unidos no ano passado. Quando muitos posts imprecisos foram amplamente compartilhados no Facebook e outros serviços de mídia social.

O Facebook na França já possui um programa que usa verificadores externos de fatos para combater notícias falsas nas telas dos usuários e, na quinta-feira, suspendeu 30 mil contas no país, antes das eleições presidenciais do país.

Separadamente, acionistas também propuseram um relatório de igualdade de remuneração de gênero ser preparado até dezembro.

A proposta recomenda que a empresa divulgue a diferença percentual de salário entre funcionários do sexo masculino e feminino de todas as raças e etnias, as políticas adotadas para solucionar a lacuna, a metodologia usada para essas medidas e os objetivos que poderiam ser estabelecidos para reduzir essas diferenças.

O conselho de administração do Facebook recomendou uma votação contra ambas as propostas.

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