Rio de Janeiro, 13 de Setembro de 2026

Rússia afirma que acordo permitirá trégua de três dias na Síria

A Rússia anunciou na sexta-feira que um acordo entre as partes em conflito na Síria permitirá uma trégua de três dias em Homs, para que civis deixem a cidade e agentes humanitários levem suprimentos a quem preferir permanecer.

Sexta, 07 de Fevereiro de 2014 às 11:43, por: CdB
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A Rússia anunciou na sexta-feira que um acordo entre as partes em conflito na Síria permitirá uma trégua de três dias em Homs, para que civis deixem a cidade e agentes humanitários levem suprimentos a quem preferir permanecer
A Rússia anunciou na sexta-feira que um acordo entre as partes em conflito na Síria permitirá uma trégua de três dias em Homs, para que civis deixem a cidade e agentes humanitários levem suprimentos a quem preferir permanecer. - O resultado de difíceis negociações de vários dias ... é um acordo de cessar-fogo durante três dias e o fornecimento de apoio humanitário aos residentes da Cidade Velha de Homs - disse a chancelaria russa em nota. Segundo o ministério, o acordo foi selado entre o governador local e um coordenador humanitário regional da ONU, Yacoub al Helou, com um "papel enérgico" do embaixador russo em Damasco. - Está previsto que todas as crianças, mulheres, homens com mais de 55 anos, bem como os feridos, possam deixar a zona de combate sem obstáculos - disse a nota, acrescentando que a ajuda humanitária será oferecida àqueles que permanecerem ficar. A Rússia, principal aliada diplomática do governo de Bashar al Assad em três anos de guerra civil, disse que o acordo deve melhorar o ambiente das negociações de paz que serão retomadas na segunda-feira em Genebra, estabelecendo "um bom exemplo para a solução de outros problemas humanitários urgentes" na Síria. Cameron faz apelo emocionado contra separatismo escocês. O primeiro-ministro britânico, David Cameron, fez na sexta-feira um emotivo apelo à Escócia para que continue fazendo parte do Reino Unido, alertando os escoceses de que um voto pelo separatismo reduziria a influência global da Grã-Bretanha e ameaçaria sua estabilidade financeira e política. Falando em Londres, o inglês Cameron - cujo Partido Conservador ocupa apenas 1 das 59 vagas parlamentares da Escócia em nível nacional fez sua mais apaixonada defesa até hoje acerca da preservação do Reino Unido, um país que abrange a Inglaterra, a Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte. - Ficaríamos profundamente diminuídos sem a Escócia - disse Cameron em discurso no imenso velódromo usado na Olimpíada de 2012. - Juntos, temos um assento no Conselho de Segurança da ONU, influência real na Otan e na Europa, e prestígio para recebermos eventos como o G8. Não se enganem: importamos mais como Reino Unido  politicamente, militarmente, diplomaticamente e culturalmente também. Se perdêssemos a Escócia, se o Reino Unido mudasse, arrancaríamos o tapete de baixo da nossa própria reputação. A Escócia realiza em 18 de setembro um referendo sobre sua independência. A região, com pouco mais de 5 milhões de habitantes, está ligada à Inglaterra há 307 anos, e contribui decisivamente com a economia britânica por causa do petróleo do mar do Norte.
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