Rio de Janeiro, 16 de Abril de 2026

Rosinha dorme com o marido, que mantêm a greve de fome

Possível pré-candidato à Presidência da República pelo PMDB, Anthony Garotinho passou a terceira noite da greve de fome iniciada neste domingo, ao lado da mulher, a governadora Rosinha Garotinho, na sede do partido, no Rio. (Leia Mais)

Quarta, 03 de Maio de 2006 às 09:22, por: CdB

Possível pré-candidato à Presidência da República pelo PMDB, Anthony Garotinho passou a terceira noite da greve de fome iniciada neste domingo, ao lado da mulher, a governadora Rosinha Garotinho, na sede do diretório regional do partido, no Centro do Rio. A governadora deixou o prédio às 5h. Garotinho acordou às 8h30m e até o momento só recebeu a visita de assessores.

O médico da família esteve no diretório, pela manhã, para realizar os primeiros exames médicos do dia e constatou que ele está 2,3 quilos mais magro. Devido ao tumulto da véspera, quando agentes penitenciários e policiais civis brigaram com seguranças do partido, a PM reforçou a segurança nas imediações do prédio onde fica a sede regional do PMDB, na Avenida Almirante Barroso. Sozinho na sala, cuja porta de vidro o separa dos jornalistas, ele passou alguns minutos falando no celular no início da manhã e, em seguida, apagou a luz e repousou novamente.

Garotinho voltou a garantir, nesta quarta-feira, que sua greve de fome é por tempo indeterminado, em protesto contra o que chamou de campanha mentirosa e sórdida, que tenta desconstruir a sua imagem como administrador, homem público e ridicularizar suas posições cristãs e éticas.

- Todas as articulações neste sentido são patrocinadas pelo sistema financeiro, os bancos e a grande mídia, liderada pelas Organizações Globo e pela Revista Veja, com o indisfarçável incentivo do governo Lula - disse o ex-governador.

Para suspender a greve de fome, Garotinho exige que seja instituída uma supervisão internacional no processo político-eleitoral brasileiro, assegurando a igualdade de tratamento a todos os candidatos, com acompanhamento de instituições nacionais que tradicionalmente defendem a democracia. Ele também quer que os veículos de comunicação "que fazem calúnias cedam o mesmo espaço para que a população possa conhecer a verdade dos fatos", disse.

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